sábado, 17 de novembro de 2012

Doenças no mundo dos desenhos


Há outros personagens que se encaixam nessa brincadeira. Branca de Neve - Ninfomania e Pedofilia, Príncipe Encantado e a Rainha Má da Branca de Neve- Egolatria,  Gata Borralheira - Baixa auto-estima, Shrek - Idiotice,  Burro (do Shrek)Taquilalia.
Mande outras personagens e suas doenças.

Dica do Paulo Claussen, via Facebook. Amigo e ex- companheiro de trabalho.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Gentileza gera gentileza ou O retorno do bem- Um dia (One day) - Matisyahu

Como seria bom se todas as pessoas fossem educadas, gentis, respeitassem as leis e os direitos dos outros.




One Day
Sometimes I lay
Under the moon
And thank God I'm breathing
And pray
Don't take me soon
Cause i'm here for a reason
Sometimes in my tears I drown
But I never let it get me down
So when negativity surrounds
I know some day it'll all turn around
Because
All my life I've been waiting for
I've been praying for
For the people to say
That we dont wanna fight no more
There'll be no more wars
And our children will play
One day
It's not about
Win or lose
Because we all lose
When they feed on the souls of the innocent
Blood drenched pain
Keep on moving though the water's stay raging
In this maze you can lose your way (your way)
It might drive you crazy but dont let it phase you no way (no way)
Sometimes in my tears I drown
But I never let it get me down
So when negativity surrounds
I know some day it'll all turn around
Because
All my life I've been waiting for
I've been praying for
For the people to say
That we dont wanna fight no more
There'll be no more wars
And our children will play
One day
One day this all will change
Treat poeple the same
Stop with the violence
Down with the hate
One day we'll all be free
And proud to be
Under the same
Singing songs of freedom
One day
All my life I've been waiting for
I've been praying for
For the people to say
That we don't wanna fight no more
There'll be no more wars
And our children will play
One day
Oh
 
Um Dia


As vezes eu Deito
sob a lua
agradeço a Deus, estou respirando
e rezo
Não me leve logo
Pois estou aqui por uma razão
Às vezes em minhas lágrimas me afogo
mas eu nunca deixo isso me abalar
Por isso minha negatividade circula
Sei que um dia vai mudar
porque
Todo o meu viver estive esperando
Estive rezando
para o povo dizer
que nós não queremos mais nenhuma luta.
não haverá mais guerras.
que as nossas crianças vão brincar

Um dia

Isto não é sobre
vencer ou perder
porque todos nós perdemos
quando eles se alimentam nas almas dos inocentes
sangue encharcado de dor
continue indo embora, a agua entra em cena
neste labirinto você pode perder o caminho (seu caminho)
que poderia lhe deixar maluco, mas não deixe fazê-lo de modo algum.
Às vezes em minhas lágrimas me afogo
mas eu nunca deixo isso me abalar
Por isso minha negatividade circula
Sei que um dia vai mudar
porque
Todo o meu viver estive esperando
estive rezando
para o povo dizer
que nós não queremos mais nenhuma luta.
não haverá mais guerras.
que as nossas crianças vão brincar

Um dia

Um dia isso tudo vai mudar
tratar as pessoas iguais
parar com a violência
acabar com o sofrimento
um dia todo nós estaremos livres
e vamos se orgrulhar de ser
iguais
cantando canções de liberdade

Um dia

Todo o meu viver estive esperando
estive rezando
para o povo dizer
que nós não queremos mais lutar
não haverá mais guerras
e nossas crianças vão brincar

Um dia
Ooooooooooooooooooohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh


(Matisyahu)Dica do amigo, vascaíno sofredor, João Rodrigues Costa Filho, do Rio de Janeiro

Minas Santo e Espírito das Gerais - 1º Encontro de Dança Circular

Eu recomendo conhecer esse evento.

Lembrei-me de quando estudei um pouco de danças folclóricas, cantigas de roda e de uma visita que fiz ao Centro de Artesanato e Cultural em Recife, que funciona onde era a antiga cadeia.
Onde eram as celas, criaram lojas para venda de artesanato pernambucano e no adro central de onde partem os corredores com as lojas/celas, havia uma dança de roda, entrei, participei e cirandei bastante, interagindo com os amáveis, alegres e receptivos pernambucanos. Êta povo porreta! Terra de bons e queridos amigos.

Aprendi a Ciranda de Roda ao som da ciranda:

"Essa ciranda, quem me deu foi Lia
Que mora na Ilha
De Itamaracá..."

Foram horas de dança. relaxamento, depois de um dia cansativo de trabalho. Saí dali, suado, leve, feliz. Fui para o hotel, tomei uma bela ducha fria, fiz um lanche leve e dormi como um anjo.

Trago na memória essa noite em Recife. Trago dentro de mim os sons da ciranda e até hoje sei os passos da Ciranda de Roda.
Legítima cultura brasileira,da mais pura alegria e beleza. 

Clique para ampliar



Queridos amigos da Roda!

Escrevemos a “quatro mãos”, é de coração que colocamos aqui a nossa intenção!

No começo do ano começamos a sonhar com a possibilidade de juntar as rodas do ES e MG para, em um Encontro, dançarmos de mãos dadas com todo o Brasil.

Hoje, estamos tecendo com muito carinho esta história. O nosso sonho está se concretizando, já tem nome e data: Minas Santo e Espírito das Gerais - 14, 15, 16 e 17 de novembro de 2013. Será um Encontro Bianual, uma vez em Vitória (14 de novembro de 2013) e outra em Minas (2015).

Fátima Aguirre Ramos, do Espírito Santo, e Lize de Block, em Minas Gerais, aceitam este chamado com o coração eufórico, aquecido e confiante rumo a esse desafio.

O nosso propósito é alimentar a Dança de Roda em nossos estados e fazer um encontro, no qual possamos vivenciar o círculo com toda a sua alegria e força. Esperamos assim, fortalecer, conhecer e reconhecer as rodas presentes no Espírito Santo e Minas Gerais, fomentando a construção de elos e a união desses círculos. Esperamos que novas rodas tenham força para nascerem e viverem em comunhão com todos, em uma grande roda!

Estamos apavoradas com tamanha responsabilidade. Queremos compartilhar este momento de criação com vocês e contamos com o apoio e parceria. Amamos todos vocês, e todos são bem vindos e esperados em nosso encontro!

Desejamos que mais pessoas sonhem conosco e entendam a nossa proposta... ”é preciso ter sonho sempre, quem traz na pele essa marca, possui a estranha mania de ter fé na vida”.

O que mais podemos dizer? Vem sonhar conosco, vem pra roda!
Se eu apagasse a fina linha do horizonte
Será que o céu cairia no mar?
E as estrelas e a lua começariam a navegar?
Ou será que o mar viraria céu
E os peixes aprenderiam a voar?
~ Roseana Murray
... Será que a montanha chegaria ao mar? Claro, tudo está interligado, o que nos cabe é dar as mãos e dançar a vida, com alegria! Formando elos, celebrando, dançando por um mundo melhor!



Com o “carinho” da Fátima e o “tamanho” da Lize, deixamos nosso abraço circular!

        Local onde será o encontro - Sesc Praia Formosa - em Santa Cruz - Aracruz - Espírito Santo 

Para conhecer tudo sobre o encontro, acesse o link abaixo:


Dica da prima Ivanir Vieira Mendes, de Juiz de Fora, sempre ligada nas coisas essenciais e belas da vida

domingo, 11 de novembro de 2012

É hora de vadiar..., mas, mantendo a nossa indignação e lucidez - Aylê Salassié

Hora de vadiar - Foto:UNIVERSO

Meu caro Zé Universo,

Acho que o seu blog tem características muito diferenciadas de outros, inclusive, produzidos
por profissionais de jornalismo. Imagino que seja uma comunidade ausente das tomadas
de decisão política, e que exerce (ativamente) o direito de se indignar (dentro ou fora do blog),
"sin perder la ternura jamás" : tem consciência política, gosta de viver com qualidade, sem exageros, de comer, de beber, de se divertir, de viajar, de poesia e de exercer plenamente a sua liberdade de escolha de amigos e de expressão.

Espelho essa comunidade em você, e, por que nao dizer, também em mim. Nao queremos aporrinhação, nem conviver com picaretas e gente mau caráter. Fora disso "é viver intensamente todo instante como se fora o último".

Afinal, a vida sempre foi muito dura para todos nós. É preciso viver, portanto, enquanto é tempo.

Afinal, setenta anos não foram consumidos brincando. Ideologizando - porque é impossível abandonar nossa visao idealista de mundo - "a gente vai levando ...".

Como professor ou jornalista a gente vai passando o que sabe para aqueles que ainda desejam aprender alguma coisa da história . Mas, não há mais o que se esperar de nós.

Portanto, agora é hora mesmo é de vadiar... sobre texto, sobre o imaginário, sobre a realidade... sobre a vida.

Abraços
Aylê

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Momentos - Nuno Rocha

Numa noite normal com o passado largado da memória, um homem reencontra, no lugar a que chama casa, lembranças de um tempo que viveu.

Fragmentos de pura felicidade e instantes de sublime partilha, surgem como apontamentos de esperança de um presente que não voltará a ser o mesmo.

Esse filme é um patrocínio / comercial da LG, mas não deixa de ser uma boa história.

Eu mesmo conheci histórias de pessoas que largaram e perderam tudo, inclusive de pessoa que foi resgatada das ruas pelos seus familiares.

O que leva um ser humano a cair no desvio da vida e se tornar um habitante das ruas?



Dica do Amigo Amilcar Ziller, de Brasília
Vídeo: YouTube

Giuseppe Verdi - Va Pensiero - Coral do Metropolitan House de New York

Giuseppe Verdi - Pintura de Giovanni Boldini - 1886

Giuseppe Fortunino Francesco Verdi, nasceu em Roncole, no dia 10 de outubro de 1813 e morreu em Milão. no dia 27 de janeiro de 1901. Foi compositor de óperas do período romãntico italiano, considerado o maior compositor nacionalista italiano.

Não é sem motivo que a história fez honra a VERDI.

Não é fácil segurar as lágrimas ante tanta sensibilidade!

A performance em 2002 do coral da Metropolitan House de New York é estupenda!

Torna-se necessário fixar a atenção na posição em que cantam alguns integrantes do coral.

Os hebreus escravizados estão de joelhos à margem do Rio Eufrates, na Babilônia, como diz o salmo:
Sua oração fervorosa, seu desejo de liberdade, a saudade da pátria distante se condensam na cena inolvidável do coral de «Va pensiero sull'ali dórate».

O coral é aplaudido em cena aberta.

Boa audição a todos!


Dica do grande amigo, de Brasília, Amilcar Ziller
Vídeo: Youtube
Pesquisa e foto: Wikipédia - Internet

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

100 - Poemas Ébrios - Juarez de Oliveira

Foto:UNIVERSO

100
Há quem diga da minha idiotice,
essa de manter-me escritor,
num mundo de mentes conturbadas,
de agressões desnecessárias,
de fugas injustificadas,
de omissões imperdoáveis.
Não sou senhor da verdade,
mas senhor da minha verdade,
da necessidade que tenho
de cuidar de mim,
carne exposta à agressividade
física de homens armados
pela estupidez e pelo desrespeito.
Não agrido ninguém.
Meus escritos brotam silenciosos,
repletos de verdades,
nem todas retratos da vida,
algumas frutos de quem sonha.
Sou, sim, sou também um sonhador.
Sonho a pacificação dos homens,
sonho o amor abertamente declarado,
sonho o abraço fraterno,
sonho a vida que constrói.
O mundo é espaço de todos.
Nada foi por nós edificado.
Tudo foi deixado a todos nós.
Nada foi cobrado de nós,
senão a preservação de tudo.
Recolham as armas.
Criem espaço para o amor.
Em tempo de paz,
todos seremos reis!
--
(Juarez de Oliveira)

Dica do amigo Adenir Balmant, flumineiro quase Campeão do Brasileirão de 2012

Bee Gees - 1960 a 2012 - Para recordar

video

Dica da Rosemary Campagnuci, de Juiz de Fora, sempre enviando belas dicas para recordar.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

História de um Nome - Stanislaw Ponte Preta (Sérgio Porto)

                                                 Sérgio Porto - Stanislaw Ponte Preta

No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

— Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e — vá lá — fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu — o "Seu" Wagner — porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem — "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai. Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem.

Mas deixemos de lado as birras de minha avó — velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória — e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

"Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

— Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo.

Dona Odete — por alcunha "A Estante" — mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da idéia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria.

As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas — bom católico — acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.

Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.

Texto extraído do livro "A Casa Demolida", Editora do Autor - Rio de Janeiro, 1963, pág. 175.

Dica do amigo Adenir Balmant, flumineiro e fluminense, que migrou das terras das Minas Gerais para o Rio de Janeiro.

55 segundos para definir o que é racismo e como encerrar de vez esse assunto - Morgan Freeman

Assista a esse pequeno trecho de uma entrevista do ator Morgan Freeman e tire as suas conclusões. Achei o argumento curto e fino. E não se fala mais nisso.

video

Dica do amigo João Rodrigues, do Rio de Janeiro


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

110 anos de Drummond

Essa dica veio no Face do primo João de Moura, cara que sabe das e as coisas essenciais da vida.

RECOMEÇAR 


Não importa onde você parou...
Em que momento da vida você cansou...
O que importa é que sempre é possível e necessário “recomeçar”.
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
É renovar as esperanças na vida e, o mais importante...
Acreditar em você de novo.

Sofreu muito neste período?
Foi aprendizado...
Chorou muito?
Foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas?
Foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes?
É porque fechaste a porta até para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido?
Era o início de tua melhora...

Onde você que chegar?
Ir alto?
Sonhe alto...
Queira o melhor do melhor...
Se pensarmos pequeno...
Coisas pequenas teremos...
Mas se desejarmos fortemente o melhor e
Principalmente lutarmos pelo melhor...
O melhor vai se instalar em nossa vida.

Porque sou do tamanho daquilo que vejo,
E não do tamanho de minha altura.

(Carlos Drummond de Andrade)

Pesquisa: Site de Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Prato do dia - Salada de laranja com azeitona preta

Com os dias quentes que estamos tendo e para o verão, fica aí uma sugestão de fácil de preparo, saborosa e leve.
Fiz para experimentar essa receita, usei 3 laranjas, para 2 pessoas, temperei com páprica picante. Receita aprovada.

 
 Salada de laranja com azeitona preta

Ingredientes
4 a 6 laranjas-seletas ou pera
12 azeitonas pretas
2 colheres (sopa) de azeite de oliva
2 dentes de alho picados fininho
Suco de 1/2 limão
1/2 colher (chá) de grãos de cominho ou de gergelim levemente tostados
Flocos de pimenta calabresa ou páprica picante
Sal a gosto

Preparo
É só temperar as rodelas de laranja sem a pele branca e as azeitonas com o azeite, o alho picado fininho,
o suco de limão, os grãos de cominho levemente tostados, o sal e a pimenta. E só.

Dicas

1 - Pode substituir as sementes tostadas por lascas de amêndoas tostadas.
2 - Os flocos de pimenta calabresa e a páprica picante, por pimenta Dedo de Moça bem picadinha, sem as sementes.
3 - Não usei nem o sal e nem o alho picado, acho que ficou mais leve para se comer à noite
4 - Usei apenas gotas de limão, com meio limão a receita ficará ácida, para o meu paladar.

Receita: Internet - Foto e preparo da receita: UNIVERSO


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Experiência? "Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?".

Recebi o texto abaixo, muito interessante. Compartilho, independente, de ser real ou não, a situação descrita como geradora dessa criatividade.

CLIQUE NA FOTO PARA AMPLIAR

Foto: UNIVERSO
DA MINHA JANELA EU VI ESSE AMANHECER, ESSE BELO HORIZONTE

No processo de seleção da Volkswagen do Brasil, os candidatos deveriam
responder a seguinte pergunta: "Você tem experiência?"
A redação abaixo foi desenvolvida por um dos candidatos.
Ele foi aprovado e seu texto está fazendo sucesso, e ele com certeza
será sempre lembrado por sua criatividade, sua poesia, e acima de tudo
por sua alma.

REDAÇÃO VENCEDORA:

Já fiz cosquinha na minha irmã pra ela parar de chorar,
Já me queimei brincando com vela.
Eu já fiz bola de chiclete e melequei todo o rosto,
Já conversei com o espelho, e até já brinquei de ser bruxo.
Já quis ser astronauta, violonista, mágico, caçador e trapezista.
Já me escondi atrás da cortina e esqueci os pés pra fora.
Já passei trote por telefone.
Já tomei banho de chuva e acabei me viciando
Já roubei beijo.. Já confundi Sentimentos.
Peguei atalho errado e continuo andando pelo desconhecido.
Já raspei o fundo da panela de arroz carreteiro,
Já me cortei fazendo a barba apressado, já chorei ouvindo música no ônibus.
Já tentei esquecer algumas pessoas, mas descobri que essas são as mais
difíceis de se esquecer.
Já subi escondido no telhado pra tentar pegar estrelas,
Já subi em árvore pra roubar fruta. Já caí da escada de bunda.
Já fiz juras eternas,
Já escrevi no muro da escola,
Já chorei sentado no chão do banheiro,
Já fugi de casa pra sempre, e voltei no outro instante.
Já corri pra não deixar alguém chorando.
Já fiquei sozinho no meio de mil pessoas sentindo falta de uma só.
Já vi pôr-do-sol cor-de-rosa e alaranjado,
Já me joguei na piscina sem vontade de voltar,
Já bebi uísque até sentir dormente os meus lábios,
Já olhei a cidade de cima e mesmo assim não encontrei meu lugar.
Já senti medo do escuro,
Já tremi de nervoso,
Já quase morri de amor, mas renasci novamente pra ver o sorriso de
alguém especial.
Já acordei no meio da noite e fiquei com medo de levantar.
Já apostei em correr descalço na rua,
Já gritei de felicidade, já roubei rosas num enorme jardim..
Já me apaixonei e achei que era para sempre, mas sempre era um "para
sempre" pela metade.
Já deitei na grama de madrugada e vi a Lua virar Sol Já chorei por ver
amigos partindo, mas descobri que logo chegam novos, e a vida é mesmo
um ir e vir sem razão.
Foram tantas coisas feitas, momentos fotografados pelas lentes da
emoção, guardados num baú, chamado coração.

E agora um formulário me interroga, me encosta na parede e grita:

"Qual sua experiência?". Essa pergunta ecoa no meu cérebro:
experiência...experiência...Será que ser 'plantador de sorrisos' é uma
boa experiência?
Sonhos!!! Talvez eles não saibam ainda colher sonhos!

Agora gostaria de indagar uma pequena coisa para quem formulou esta pergunta:
Experiência? "Quem a tem, se a todo o momento tudo se renova?".

Enviado pelo Luis Carneiro Vidon, de Juiz de Fora - sempre antenado com coisas interessantes

Alerta: a cintura fina está em extinção - Marlete Silva

Para mim, mulher tem que ter atibutos e beleza naturais.
 Veja nas fotos abaixo 3 tipos de barrigas e escolha a que mais te agrada.
Já escolhi a terceira de cima para baixo, claro.


 


Em uma avenida de trânsito pesado, um outdoor vertical exibe uma gigantesca imagem da atriz Juliana Paes vestindo só calcinha e sutiã, em um comercial de lingerie. Com seu cabelão comprido e pele morena à la Gabriela, ela joga o quadril meio de lado, num leve contorcionismo que faz com que pareça ter mais cintura do que tem. Mesmo truque usado por Gisele Bündchen em fotos de biquíni. Repare. A modelo gaúcha, do alto de sua beleza, se contorce para os lados ou para trás para aumentar a circunferência dos quadris ou a protuberância do bumbum. A moda exige corpos magros, mas o instinto masculino pede curvas.
Uma rádio imaginária na minha memória começa a tocar a baião de Luiz Gonzaga:
“Vem cá cintura fina
Cintura de pilão
Cintura de menina
Vem cá meu coração.”
Pois temo, senhoras e senhores, que a cintura fina, tal qual era exibida no cinema e nas revistas, tenha sumido. Anuncio solenemente algo que todo mundo já deve ter notado. Consulto o preparador físico Leandro Hadlich. Essas moças das fotos de moda não têm cintura por conta da atividade física pesada? Muito exercício para “chapar” a barriga tem como efeito colateral o sumiço da curva da cintura? Não, me responde Hadlich. Ele suspeita que o desaparecimento da cintura de pilão das fotos que vemos por aí é culpa de uma seleção “não natural”. As modelos são escolhidas por serem secas e as muito magras não têm cinturinha de pilão.
A cintura fina vem em par com quadris redondos, sem os quais falta o contraste que provoca aquele efeito ótico cantado pelo Rei do Baião:
“Cintura, cinturinha
Cintura cintadinha,
Fina, fina, finazinha
Cintura emborcadinha,
bem fininha de pilão.”
Tenho um livro em casa, The Human Sexes (Os Sexos Humanos), do zoólogo e especialista em comportamento Desmond Morris, que fala sobre as diferenças entre homens e mulheres. Diz ele que conforme nossos ancestrais definiram seus papéis (os homens, caçadores, e as mulheres, coletoras de frutos e sementes e responsáveis pelas crianças), seus corpos também enfatizaram algumas características. Os homens precisaram de músculos e as mulheres, de resistência à doenças e de reservas de gordura. A gordura (25% do peso feminino e 12,5% do corpo masculino) garantiu uma sobrevida maior para as mulheres nos períodos de fome e, assim, elas puderam lutar para que seus filhos também sobrevivessem. A gordura, nota Desmond Morris, dá à mulher “uma de suas características mais femininas – as curvas de sua figura”.
(Morris conta outra utilidade da gordura corporal feminina, esta menos agradável. Na Antiguidade, quando corpos tinham que ser incinerados, era colocado junto às pilhas de cadáveres de homens um único cadáver de mulher, que “queimava como uma tocha”, ajudando a manter o fogo aceso.)
Uma leitura possível dessa explicação zoológica para as formas humanas é que as gordinhas são os seres mais evoluídos da espécie humana e não as párias em que a moda as transformou. Se tiverem cintura fina, então, merecem ser cantadas em prosa e baião.

Enviado pela amiga curitibana - LUCIANE, que estava, outra vez, de férias
Fotos: INTERNET

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A Lua que não dei - Cecílio Elias Netto

O texto abaixo, dedico a minha mulher Walcira, aos meus filhos Ulisses e Juliana, Renata (minha nora predileta), Andrea (meu genro predileto), aos netos Beatriz, Gabriel e Matteo (que chegará em janeiro de 2013. 

Como não tive a capacidade de escrever esse belo texto, embora ele contenha coisas acertadas que eu e Wal fizemos, ao mostrar aos nossos filhos que a caminhada pela vida e o voo para se alcançar a lua desejada seria dura, de muita preparação, constante atualização, trabalho duro, nunca abrindo mão da honestidade e ética, não abrindo mão de seus princípios, direitos e deveres. 

Que respeitassem as pessoas, tratando-as com dignidade e respeito, aceitando e apoiando as diversidades.

Que plantassem, colhessem e guardassem parte para os dias de inverno rigorosos. 

Que mais do que tudo, vale mais ser inteiro, do que feliz infeliz.

Que o material não é tudo, mas o que desejassem, buscassem os caminhos e conquistassem por seus esforços.

Eles sabem e dizem que nem tudo o que fizemos nós acertamos. Mas reconhecem que demos uma base para que fossem eles, onde e como desejassem.

Temos certeza que fomos arcos e eles flechas em busca de seus alvos.

Muitos desses alvos eles já estão alcançando, são profissionais competentes, casaram, constituíram família e estão se preparando para serem arcos.

Com muito orgulho eu e Wal,  como pais e avós, sogro e sogra, assistimos a dura luta deles, juntamente com seus pares (Renata e Andrea, é nome italiano viu?), seus medos, seus momentos de dúvidas e as suas conquistas.

Eles sabem que ainda tem muita vida e trabalho pela frente e sabem também, que aqui estamos com as portas abertas para os bons momentos de reencontros e para acolhê-los sempre.

Espero que esse texto possa servir de orientação e inspiração na preparação de seus arcos e de suas flechas.

Um grande beijo, com muito carinho e um abração enorme do tamanho do UNIVERSO.
Amo vocês.


Compreendo pais - e me encanto com eles - que desejariam dar o mundo de presente aos filhos. E, no entanto, abomino os que, a cada fim de semana, dão tudo o que filhos lhes pedem nos shoppings onde exercitam arremedos de paternidade. E não há paradoxo nisso. Dar o mundo é sentir-se um pouco como Deus, que é essa a condição de um pai. Dar futilidades como barganha de amor é, penso eu, renunciar ao sagrado.

Volto a narrar o que me aconteceu ao ser pai pela primeira vez. Lá se vão, pois, 45 anos. Deslumbrado de paixão, eu olhava a menina no berço, via-a sugando os seios da mãe, esperneando na banheira, dormindo como anjo de carne. E, então, eu me prometia, prometendo-lhe: 'Dar-lhe-ei o mundo, meu amor.' E não lho dei. E foi o que me salvou do egoísmo, da tola pretensão e da estupidez de confundir valores materiais com morais e espirituais.

Não dei o mundo à minha filha, mas ela quis a Lua. E não me esqueço de como ela pediu a Lua, há anos já tão distantes. Eu a carregava nos braços, pequenina e apenas balbuciante, andando na calçada de nosso quarteirão, em tempos mais amenos, quando as pessoas conversavam às portas das casas. Com ela junto ao peito, sentia-me o mais feliz homem do mundo, andando, cantarolando cantigas de ninar em plena calçada. Pois é a plenitude da felicidade um homem jovem poder carregar um filho como se acariciando as próprias entranhas. Minha filha era eu e eu era ela. Um pai é, sim, um pequeno Deus, o criador. E seu filho, a criatura bem amada.

E foi, então, que conheci a impotência e os limites humanos. Pois a filhinha - a quem eu prometera o mundo - ergueu os bracinhos para o alto e começou a quase gritar, assanhada, deslumbrada: 'Dá, dá, dá...' Ela descobrira a Lua e a queria para si, como ursinho de pelúcia, uma luminosa bola de brincar. Diante da magia do céu enfeitado de estrelas e de luar, minha filha me pediu a Lua e eu não lha pude dar.

A certeza de meus limites permitiu, porém, criar um pacto entre pai e filhos: se eles quisessem o impossível, fossem em busca dele. Eu lhes dera a vida, asas de voar, diretrizes, crença no amor e, portanto, estímulo aos grandes sonhos. E o sonho da primogênita começou a acontecer, num simbolismo que, ainda hoje, me amolece o coração.. Pois, ainda adolescente, lá se foi ela embora, querendo estudar no Exterior. Vi-a embarcar, a alma sangrando-me de saudade, a voz profética de Kalil Gibran em sussurros de consolo:
'Vossos filhos não são vossos filhos, mas são os filhos e as filhas da ânsia da vida por si mesma. Eles vêm através de vós, mas não de nós. E embora vivam convosco, não vos pertencem. (...) Vós sois os arcos dos quais vossos filhos são arremessados como flechas vivas'

Foi o que vivi, quando o avião decolou, minha criança a bordo. No céu, havia uma Lua enorme, imensa. A certeza da separação foi dilacerante. Minha filha fôra buscar a Lua que eu não lhe dera. E eu precisava conviver com a coerência do que transmitira aos filhos: 'O lar não é o lugar de se ficar, mas para onde voltar.'

Que os filhos sejam preparados para irem-se, com a certeza de ter para onde voltar quando o cansaço, a derrota ou o desânimo inevitáveis lhes machucarem a alma. Ao ver o avião, como num filme de Spielberg, sombrear a Lua, levando-me a filha querida, o salgado das lágrimas se transformou em doçura de conforto com Kalil Gibran: como pai, não dando o mundo nem Lua aos filhos, me senti arqueiro e arco, arremessando a flecha viva em direção ao mistério.

Ora, mesmo sendo avós, temos, sim e ainda, filhos a criar, pois família é uma tribo em construção permanente. Pais envelhecem, filhos crescem, dão-nos netos e isso é a construção, o centro do mundo onde a obra da criação se renova sem nunca completar-se. De guerreiros que foram, pais se tornam pajés. E mães, curandeiras de alma e de corpo. É quando a tribo se fortalece com conselheiros, sábios que conhecem os mistérios da grande arquitetura familiar, com régua, esquadro, compasso e fio de prumo. E com palmatória moral para ensinar o óbvio: se o dever premia, o erro cobra.

Escrevo, pois, de angústias, acho que angústias de pajé, de índio velho. A nossa construção está ruindo, pois feita em areia movediça. É minúsculo o mundo que pais querem dar aos filhos: o dos shoppings. E não há mais crianças e adolescentes desejando a Lua como brinquedo ou como conquista. Sem sonhos, os tetos são baixos e o infinito pode ser comprado em lojas. Sem sonhos, não há necessidade de arqueiros arremessando flechas vivas.

Na construção familiar, temos erguido paredes. Mas, dentro delas, haverá gente de verdade?

Cecílio Elias Netto é escritor e jornalista - Texto escrito e publicado em 2008
Dica dos amigos Alaor e Nelson, de Juiz de Fora

MPQ - Música Popular de Qualidade - Marvada Pinga com Inezita Barroso


Inezita Barroso, nome artistico de Ignez Magdalena Aranha de Lima, nasceu em São Paulo - SP, no dia 4 de março de 1925, é uma cantora, atriz, instrumentista, folclorista, professora, doutora Honoris Causa em folclore e arte digital pela Universidade de Lisboa e apresentadora de rádio e televisão brasileira, atuando também em shows, discos, cinema, teatro e produzindo espetáculos musicais de renome nacional e internacional.
Inezita continua atuando até hoje, aos 87 anos de idade. Iniciou sua carreira profissional em 1953, mas canta desde o 7 anos de idade.
Desde 1980 comanda o programa de música caipira Viola, Minha Viola pela TV Cultura de São Paulo.
Sempre que encontra uma brecha em sua agenda da aulas sobre folclore.






MARVADA PINGA
(Ochelsis Laureano)

Com a marvada pinga
É que eu me atrapaio
Eu entro na venda e já dou meu taio
Pego no copo e dali nun saio
Ali memo eu bebo
Ali memo eu caio
Só pra carregar é que eu dô trabaio
Oi lá
Venho da cidade e já venho cantando
Trago um garrafão que venho chupando
Venho pros caminho, venho trupicando, xifrando os barranco, venho cambetiando
E no lugar que eu caio já fico roncando
Oi lá
O marido me disse, ele me falo: "largue de bebê, peço por favô"
Prosa de homem nunca dei valô
Bebo com o sor quente pra esfriar o calô
E bebo de noite é prá fazê suadô
Oi lá
Cada vez que eu caio, caio deferente
Meaço pá trás e caio pá frente, caio devagar, caio de repente, vô de corrupio, vô deretamente
Mas sendo de pinga, eu caio contente
Oi lá
Pego o garrafão e já balanceio que é pá mor de vê se tá mesmo cheio
Não bebo de vez porque acho feio
No primeiro gorpe chego inté no meio
No segundo trago é que eu desvazeio
Oi lá
Eu bebo da pinga porque gosto dela
Eu bebo da branca, bebo da amarela
Bebo nos copo, bebo na tijela
E bebo temperada com cravo e canela
Seja quarqué tempo, vai pinga na guela
Oi lá
Ê marvada pinga!
Eu fui numa festa no Rio Tietê
Eu lá fui chegando no amanhecê
Já me dero pinga pra mim bebê
Já me dero pinga pra mim bebê e tava sem fervê
Eu bebi demais e fiquei mamada
Eu cai no chão e fiquei deitada
Ai eu fui prá casa de braço dado
Ai de braço dado, ai com dois sordado
Ai muito obrigado!

Pesquisa: Internet - Wikipédia e YouTube
Para saber mais sobre a obra de Inezita Barroso e contatos para shows visite seu site oficial: www.inezitabarroso.com.br

domingo, 7 de outubro de 2012

Queque o pastel suizo de chocolate (Buelo del Abuelo)

Preparei esse bolo de chocolate recheado com licor e geleia, para comemoração dos 6 anos de minha linda neta Beatriz. A receita está em espanhol porque foi traduzida pela minha filha Juliana, para atender as solcitações de pessoas de Bogotá - Colombia.
Resolvi fazer uma brincadeira nomeando-o  bolo de "BUELO DEL ABUELO".
Ficou muito bom, apesar do risco dele ter podido ficar embatumado, não crescer, devido a altitude de Bogotá.. Eu não sabia dese detalhe. Dei sorte.
O bolo fica molhado por dentro e com um sabor contrastante entre o chocolate , o licor e a geleia. A cobertura de chocolate fica macia e aveludada.
É fácil de se preparar. E fica saboroso.

                                                Clique nas fotos para ampliar


Ingredientes:


2 tazas (té) de azúcar
3 huevos (clara e yema separadas)
½ taza (té) de mantequilla (90 gr.)
2 tazas (té) de harina de grano
1 taza (té) de chocolate en polvo (110 gr.)
1 taza (té) de leche
1 cuchara (sopa) de levadura de hornear en polvo
Licor de Cassis
Mermelada de Cassis ou frutilla - fresa





Modo de preparo:


Mezclar en la batidora el azúcar, las yemas y la mantequilla hasta obtener una crema liviana y blanca.

Sin dejar de mezclar en la batidora, adicione, a los pocos, la harina, el chocolate, alternando con la leche.

Por último, mezcle delicadamente el polvo de hornear y las claras batidas en nieve. Pase la masa a un molde rotondo (25 cm. Diámetro) untado y enharinado y poner para asar en horno medio (180° C) precalentado, por cerca de 30 minutos o, hasta que, al insertar un tenedor en el centro el salga limpio.
Deje enfriar.

Corte o pastel en el medio y rellene con mermelada de frutas de su preferencia. Para suavizar la textura y realzar el sabor, experimente adicionar un poco de licor, calculando como 2 cucharas (sopa) por un vidrio de mermelada (170 gr.).


Para la cobertura:

Poner el la batidora 1 lata de crema de leche, 1 ½ taza (té) de azúcar, 1 taza (té) de chocolate en polvo (110gr.), 1 taza (té) de mantequilla y 2 cucharas (té) de miel hasta obtener una crema homogénea.

Cubra la superficie y laterales del pastel, creando un efecto ondulado con el dorso de una cuchara.


Tiempo de preparo: 30 minutos

Foto e preparo do bolo: UNIVERSO (Confeiteiro Internacional)

sábado, 6 de outubro de 2012

Piu Braziliano, você já foi lá? Não? Então vá!

O Piu Braziliano, fica na Av. Mário Werneck, 1441, no bairro Estoril em frente ao Shopping Paragem.

Frequento há 7 anos e recomendo.

Os proprietários são os irmão Ricardo(PIU) e Sérgio, jovens batalhadores e que estão diariamente a frente da casa cuidando dos detalhes e atendendo a clientela.

Muitos clientes são frequentadores assíduos, como é o meu caso e da Wal, isso proporciona contato com outros clientes, criando assim, um ambiente tranquilo e familiar. 

A comida é com tempero que permite comê-la sempre. Você não fica com aquele peso no estomago, mesmo que você coma muito bem.

A variedade, tanto nas saladas, pratos quentes e sobremesas dá muitas opções para quem come fora de casa durante toda a semana.

O atendimento é tranquilo e a equipe está sempre pronta, à sua disposição, atendem rápido e com gentileza.

Atendem no self-service para almoço e à noite com pratos à la carte e petiscos variados. A cerveja e o chopp estão sempre no ponto certo.  

Na minha opinião de cliente, há duas oportunidades de aprimoramento no serviços:

1 - Fazer um esforço adicional financeiro e investir num aparador para servir os pratos quentes, com a mesma qualidade do usado para servir as saladas.

2 - Nas carnes assadas na churrasqueira, aprimorar os cortes das carnes, por exemplo, ter um pouco mais de gordura no lombo de porco para que ele não fique, às vezes, um pouco seco. E nas carnes de boi que tenham gordura, eliminar a parte de gordura que não é nobre, assim a carne ficará com melhor aspecto,mais macia para se cortar, com melhor aroma e sabor apurado. São minhas sugestões.

As sugestões acima, em nada desmerecem os serviços prestados e a qualidade do que servem.


Cadu o homem dos sete instrumentos, Gerente do turno do dia e o Chefe Adriano, que mantém uma grande variedade de pratos quentes no cardápio e sempre criando algo novo.

Vários tipos de carnes, peixes, frango, 3 tipos de arroz, risoto, 4 tipos de massas, legumes, purê, escondidinho, pernil e lombo assado, torresminho, couve, farofa, 2 tipos de feijão, feijoada, torta de frango, camarão, bacalhau, estrogonofe, paella, feijão tropeiro, leitãozinho assado e outros pratos que vão se alternando e recebendo receitas diferenciadas pelo chefe e sua equipe.

A criatividade da Sueli, Chefe saladeira prepara belas saladas nutritivas como as que você verá abaixo.





 


Você pode montar a sua salada, variadas folhas verdes e muitos ingredientes para torná-la saborosa a seu gosto

 
 Com a Silvana você paga a conta e recebe sempre um sorriso de agradecimento, um muito obrigado, até amanhã, volte sempre.






Fotos: UNIVERSO

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Quinteto vocal Carmel A-Capella

O quinteto vocal "Carmel A-Capella" é composto por cinco cantoras de Haifa, Israel, que se especializaram a cantar "a capela". O quinteto tem como diretora e arranjadora a musicista  Shula Erez e as cantoras: Maya Goldsmith, Limor Yanovich, Inbar Hefter, Moran Shalev, Keren Jalon








Dica enviada pela prima IVANIR de Juiz de Fora
Vídeos: YouTube

Giuseppe Verdi - Aída - Marcha Triunfal - Lund Festival de Corais - Suécia 2010 - 476 cantores e 60 músicos

Lund Festival de Corais 

Assista no vídeo abaixo: Coro com 476 cantores, 60 músicos do Lunds Stadssorkester sob a regência de Roger Anderson. Apresentação de 2010 na Suécia.




Vídeo YouTube

Giorgio de Chirico

Giorgio de Chirico, nasceu em Vólos, na Grécia em 10 de julho de 1888 e morreu em Roma, em 20 de novembro de 1978. Foi um pintor grego que fez parte do movimento chamado de Pintura metafilística (metafísica) e um dos precursores do surrealismo.

Já conhecia algumas obras de Giorgio de Chirico e sempre achei que vários de seus quadros me dão a ideia de repetição de temas. Gosto muito de suas esculturas, para mim são melhores do que seus quadros.

Fui a uma exposição na Casa de Cultura Fiat em Belo Horizonte ver a obras de de Chirico e outra com obras de Caravaggio. Uma exposição em contra ponto a outra. Barroco de Caravaggio e  a arte revolucionária - psicológica (Metafísica) de Giorgio de Chirico. Prefiro o mestre Caravaggio.

Sua obra foi criticada e em 1919 ele foi declarado "morto" pelo surrealista André Breton, devido uma forte polêmica que levou ao rompimento com o movimento surrealista, do qual ele foi um dos precursores.

Clarice Lispector, recusou-se ser retratada por de Chirico, fez críticas a seu trabalho e também declarou que de Chirico estava "morto".

Aprecio todo tipo de arte e procuro não fechar a minha cabeça para nenhum tipo de manifestação artística. Só não tenho muita paciência para obras que precisam de explicações, filosóficasfreudianaspsicológicas para serem explicadas ao público, coisas de má qualidade, picaretagens.

Arte para mim é para ser apreciada pela emoção que me provoca, gosto ou não gosto, tem que ser instigante e provocar reações boas e outras nem tanto. Sou intuitivo e reativo, sinto a obra conforme o momento, meu estado de espírito, qualidade do trabalho.

Amo ou não, tenho alegria ou raiva, elogio ou critico.

Não sou estudioso e nem especialista em artes, apenas um apreciador.

 Canto D'amore

Ettore e Andromaca 

 Gli Archeologhi

 Ettore e Andromaca

 Il Gladiatore

 Il Trovatore

La nostalgia dell'infinito 

 L'enigma dell'ora

Retrato de de Chirico do fotógrafo americano Irving Penn

Pesquisa, fotos, gravuras: Internet - Wikipédia - folheto da exposição

Caravaggio foi visto em Belo Horizonte, nas Minas Gerais


Michelangelo Merisi da Caravaggio, nasceu na Lombardia, Itália, em 29 de setembro de 1571 e morreu em, Porto Ercole, na comuna de Argentario em 18 de julho de 1610.

Foi um pintor italiano, identificado como um artista barroco, estilo do qual foi o primeiro grande representante. Caravaggio era o nome da aldeia natal da sua família, do qual adotou-o como seu nome artístico.

Caravaggio...descoberta de 100 esboços e pinturas.

Especialistas italianos anunciaram a descoberta de cerca de 100 esboços e pinturas de Caravaggio, mestre do barroco italiano. Suas telas dramáticas e realistas impuseram um novo padrão à arte ocidental. Caravaggio (1571-1610) teve vida turbulenta. Morreu antes de completar 40 anos.

Até agora eram conhecidas apenas 90 pinturas do artista, mestre no uso do chiaroscuro – iluminação de alto contraste, em claro e escuro, que ilumina e dá mais vida aos personagens retratados.Os pesquisadores Maurizio Bernardelli Curuz e Adriana Conconi Fedrigolli encontraram – após demorado e minucioso trabalho de dois anos – as obras no acervo do artista maneirista Simone Peterzano, professor do jovem pintor Caravaggio, no castelo Sforza, em Milão.

A coleção pertence ao patrimônio da prefeitura de Milão, que pede cautela sobre o tema.

Os pesquisadores avaliam que as obras no valor total de 700 milhões de euros. Este valor estimado a partir do preço médio de sete milhões de euros obtido pelos desenhos dos grandes mestres do século 16 nos leilões recentes. Ficaríamos muito felizes de ter a confirmação de que isto é verdade.

As circunstâncias são estranhas. Nós não fomos informados de nada, descobrimos isso na véspera do lançamento de um e-book de dois peritos que não visitam o castelo há tempos, e é por isso que pedimos cautela, disse Elena Conenna, porta-voz de cultura da prefeitura de Milão, em entrevista à AFP.Os desenhos sempre estiveram no mesmo lugar, eles não estão escondidos, o Fundo Peterzano é acessível a todos e são muitos os especialistas que visitam, mas, de acordo com nossas informações, esses dois especialistas não visitaram o fundo nos últimos dois anos, acrescentou Conenna.

Os peritos afirmam ter encontrado até mesmo um bilhete escrito por Caravaggio, agora submetido a um estudo grafológico para confirmar a sua autenticidade.Os cientistas italianos vasculharam por dois anos as igrejas em Milão, Bergamo e região, assim como o Fundo Peterzano, que possui 1.378 desenhos de Simone Peterzano e de seus alunos, incluindo Michelangelo Merisi, conhecido como Caravaggio, que trabalhou no ateliê Peterzano entre 1584 e 1588.

Nós achávamos que era impossível não haver evidências da atividade de Caravaggio entre 1584 e 1588 no atelier de um pintor que era muito famoso e procurado na época, explicou Bernardelli Curuz, diretor artístico da Fundação Museu de Brescia.Este pesquisador desenvolveu um método para encontrar a geometria padrão de Caravaggio e aplicou-a a cerca de 1.400 desenhos do Fundo Peterzano.Dos cerca de 100 desenhos encontrados e atribuídos ao mestre, 83 foram reutilizados várias vezes em obras adultas de Caravaggio, provando que o jovem pintor deixou Milão com os modelos (…) prontos para serem usados em pinturas romanas, indicam os pesquisadores.

Caravaggio, famoso pela utilização de luz e sombra em seus quadros, como nas pinturas Baco,O Jantar de Emaús, São Jerônimo, São Pedro, São Paulo, Judith e Holofernes e O Sacrifício de Isaac, teve sua breve vida atormentada, inclusive por sífilis e intoxicação por chumbo, representada no teatro, cinema e literatura. Caravaggio, morreu aos 39 anos, aparentemente de malária na pantanosa região de Maremma, sul da Toscana.



Auto retrato de Caravaggio. Observe a pintura feita em um muro. Porque os nossos "artistas pixadores" não fazem algo similar, em vez de pixar e sujar tudo?

Medusa Murola, reconhecida como a original e primeira versão pintada por Caravaggio

 Baco - O Deus do Vinho

 Narciso

 O incrédulo Saõ Tomé

St. Jerome

 Tivemos uma exposição com 6 obras de Caravaggio e outras de seus seguidores, na Casa de Cultura Fiat, em Belo Horizonte, que sairam pale primeira vez da Itália para exposições no Brasil. Essas obras foram expostas depois em São Paulo, obtendo um enorme sucesso, a exemplo de BH.




Dica da amiga Luciane de Curitiba.
Pesquisa, fotos, texto e gravuras: Recebidos pela Internet - Wikipédia e folheto da exposição