segunda-feira, 15 de abril de 2019

Poesia que liberta - Gabriel Moraes de Souza Maciel





Dia 6 de abril, Gabriel Maciel lançou na Livraria da Rua, na Savassi, em Belo Horizonte - Minas Gerais, seu primeiro livro de poesias - Poesia que liberta.

Com a presença de seus pais - Mardonio Moraes e Ana Paula Maciel, avós, tios e tias, madrinha, amigos das escolas onde Gabriel estudou e da sua turma da equipe de competição em natação do Clube Mackenzie Esporte Clube de BH.
E claro, eu e Walcira seus amigos e avós postiços.

Foi uma festa linda e muito bem organizada pela sua mãe e a Livraria da Rua, música ao vivo ao piano, champanhotas, sucos e deliciosos doces e salgados.

Recomendo o local para comprar e ou fazer lançamentos de seus livros.

O local é muito especial, tem uma delicatessen com uma carta de vinhos muito boa, café e salgados saborosos. O atendimento é excelente, pessoal e profissional.

A Livraria da Rua fica na Rua. Antônio de Albuquerque, 913 - Funcionários, Belo Horizonte - MG, 30112-011 - Fone: 31 - 3500 6750.

Aos 13 anos de idade Gabriel é um carinha especial. Nadador excelente, cheio de medalhas, em 2018 ganhou mais de 20 medalhas nas competições que disputou.

Leitor devorador de livros, tal qual o seu avô materno - Seu  José André ou Seu Maciel   . Tem na sua genética arte de sua avó Teresa, que ilustrou o livro,  e de seu tio que são artistas plásticos.

Garoto que sabe o que deseja, centrado, educadíssimo, alegre, transita entre adultos e jovens de sua idade com conversas interessantes e que prendem a atenção.

Estou sempre aprendendo alguma nova informação sobre assuntos variados com ele. Menino porreta esse Gabriel.

Seus pais, nossos queridos amigos, felizes, babões e orgulhosos com o filho que estão formando a ser um HOMEM de caráter, com responsabilidades, ético, respeitador, honesto, carinhoso, amigo e um sonhador realizado.

SEM TÍTULO

Andamos por aí
sem lugar ou direção
apertando a mão de quem nos der
um aperto de mão

Ando por aí
sem lugar ou direção
aprendendo a sorrir
me guiando pela diversão

Andaram por aí
sem fazer muita questão
de aprender a sorrir
e acabaram na escuridão

Ande por aí
sem lugar ou direção
e assim persistir
com muita imaginação


GABRIEL - MARDONIO (PAI) - PAULA (MÃE)


                                                                                         
                                            GABRIEL - WALCIRA E UNIVERSO                                 


FAÇA VOCÊ

Não podemos caminhar
Além do que podemos ver,
mas podemos sonhar
com o mundo que queremos ter.

Com o mundo a girar
Não temos tempo a perder
Temos que começar
AGORA o que queremos fazer.

O futuro ninguém sabe
Ninguém pode prever
Mas o que está lá
Só depende de você


Que venham novas poesias e outros livros Gabriel.

Quem desejar adquirir o livro do Gabriel: Contato com a Paula :


(31) 3462-3551


IVANA Gráfica e Editora


Rua Antônia Felícia dos Reis, 195 - Bairro Caiçaras - Belo Horizonte, MG - CEP: 30.750-220

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gerald Wilson - Mais de 7 décadas de jazz

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GERALD   Stanley WILSON

O músico de jazz Gerald Wilson, nasceu em 4 de setembro de 1918 e morreu em 8 de setembro de 2014 em Los Angeles, aos 96 anos.
Sua carreira durou mais de sete décadas. Foi trompetista, compositor, arranjador, educador e líder de banda.
Tinha por hábito dançar a frente de sua banda, assim mostrava em que trechos o público deveria estar atento para entender suas música e arranjos.
Fez arranjos e tocou com principais nomes da música americana: Ray Charles, Sarah Vaughan, Dizzie Gillespie. Ella Fitzgerald, Nancy Wilson, Dinah Washington, Billie Holiday, Duke Ellington Lionel Hampton, Boby Darin, Count Basie e outros.
Iniciou como trompetista na banda de Jymmy Lunceford, em 1930 e em 1944 formou a sua própria banda.
Recebeu várias (6) indicações ao Grammy. Foi professor de jazz nas  Universidades da California, California State University e na University of California.
Comprou seu primeiro trompete aos 11 anos de idade. De 1939 a 1945 serviu na marinha americana durante a Segunda Grande Guerra.


Pesquisas: Internet - Wikipédia - YouTube

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Reflections of My Life - Dean Ford




Dean Ford - recent.jpg

Foto: By Unknown - Official Facebook page, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=58224905

Dean Ford (nascido Thomas McAleese ; 5 de setembro de 1946 - 31 de dezembro de 2018) foi um cantor e compositor escocês mais conhecido por seu trabalho como vocalista e líder do grupo pop beat Marmalade de 1966 a 1974.
Dean nasceu em Coatbridge, North Lanarkshire. Morreu aos 72 anos de idade.



Reflections of My Life
Marmalade
The changing of sunlight to moonlight
Reflections of my life
Oh, how they fill my eyes
The greetings of people in trouble
Reflections of my life
Oh, how they fill my eyes
Oh, my sorrows
Sad tomorrows
Take me back to my own home
Oh, my crying (Oh, my crying)
Feel I'm dying, dying
Take me back to my own home
I'm changing, arranging
I'm changing
I'm changing everything
Everything around me
The world is
A bad place
A bad place
A terrible place to live
Oh, but


Reflexões da Minha Vida

A mudança da luz do sol para a luz do luar

São reflexões da minha vida e como enchem meus olhos
A agitação das pessoas em apuros
São reflexões da minha vida e como enchem minha mente
Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levem-me de volta ao meu próprio lar
Todos os meus choros (todos os meus choros), sinto que estou morrendo,morrendo
Levem-me de volta à minha própria casa
Estou mudando, arranjando, estou mudando
Estou mudando tudo,
Tudo à minha volta
O mundo é lugar ruim, um lugar mau
Um lugar terrível para viver
Mas eu não quero morrer
Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levem-me de volta ao meu próprio lar
Todos os meus choros (todos os meus choros), sinto que estou morrendo,morrendo
Levem-me de volta à minha própria casa (oh estou indo pra casa)
Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levem-me de volta ao meu próprio lar
Todos os meus choros (todos os meus choros), sinto que estou morrendo,morrendo
Levem-me de volta à minha própria casa



Reflexões da minha vida

A mudança do sol para o luar
Reflexões da minha vida, oh, como elas enchem meus olhos
As saudações de pessoas com problemas
Reflexões da minha vida, oh, como elas enchem minha mente

Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levam-me de volta para minha casa
Todos os meus choros (Todos os meus choros),
Sinto que estou morrendo, morrendo
Levam-me de volta para minha casa (oh, eu vou para casa)

Eu estou mudando, arranjando, Eu estou mudando
Eu estou mudando,ah, tudo a minha volta

O mundo é um lugar mau, um lugar mau
Um terrível lugar para se viver,oh, mas eu não quero morrer

Dica do amigo Ciro Lisita de Goiânia  - Pesquisa Internet e Wikipédia - Vídeo YouTube

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

The Glass Fortress - A Fortaleza de Vidro - Nós (Yevgeny Ivanovich Zamyatin

zamyatin
Yevgeny Ivanovich Zamyatin
  
Escritor russo nascido em 1/1/1884, Lebedian, Rússia e morreu pobre, em Paris, França,  em 10/3/1937, aos 53 anos de idade.





Curta metragem de 2016, uma livre adaptação sobre a obra NÓS do escritor russo Yevgeny Ivanovich Zamyatin.

Nós é um romance distópico: Distopia ou antiutopia é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a antítese da utopia ou promove a vivência em uma "utopia negativa"[1]. As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismoautoritarismo, por opressivo controle da sociedade. Nelas, "caem as cortinas", e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações (WIKIPÉDIA).

Seu livro Nós influenciou os escritores Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo), George Orwell(1984 e Ayn Rand (Aythem).

O livro foi escrito entre 1920 e 1921 e teve sua primeira publicação nos Estados Unidos em 1924, pois estava proibido na Rússia de Lenin.

Pesquisas: WIKIPÉDIA, YOUTUBE, INTERNET


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A gente se acostuma - Marina Colasanti por Antonio Abujamra





"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma."

MARINA COLASANTI

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Pinguela a maldição do vice - Aylê - Salassié Filgueiras Quintão


Ontem , tive a grata surpresa, mais uma, proporcionada pelo AYLÊ - SALASSIÉ, JORNALISTA, PROFESSOR, DOUTOR EM HISTÓRIA CULTURAL, EX-ALUNO DO COLÉGIO EVANGÉLICO DE ALTO JEQUITIBÁ (onde estudamos), mineiro de Pirauba e ESPECIAL AMIGO, com a chegada pelos Correios de seu novo parto, conforme citado em sua dedicatória no seu novo livro: PINGUELA  a maldição do vice (Editora Otimismo - Brasília), que vou ler com muita atenção e carinho.

Ao abrir o livro me deparo com uma deferência especial, tendo meu nome sido citado em seus agradecimentos, juntamente com outros colegas e amigos.

Só pode ser ter sido pela maneira como sempre me distinguiu, enviando-me seus textos e livros de extrema qualidade, os quais sempre compartilho e cito em minhas comunicações com meus contatos e amigos, principalmente, esse o real motivo, creio eu, pela sua postura em relação a seus amigos, dentre os quais eu tenho prazer e privilégio de me incluir e de poder usufruir de sua capacidade intelectual, historiador e humanista de primeira linha. 

Muito obrigado, mais uma vez, por essa especial atenção. Vida longa e muitos partos mais.

Recomendo o livro, quem gosta de ler sobre a história e estórias do Brasil, terá nele uma abordagem sobre os vice presidentes e os períodos de suas participações no embroglio político em momentos distintos entre nova república, ditadura, governos civis e militares, democracia, liberdades e repressões.

Aquisição pela Editora Otimismo - (061) 3386- 459 ou nas melhores casas do ramo em Brasília.
 


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Poeminha de louvor ao "strip-tease" secular - Millôr Fernandes

Beach Fashions - Nina Leen 1950 (INTERNET)




Eu sou do tempo em que a mulher
Mostrar o tornozelo
Era um apelo!
Depois, já rapazinho, vi as primeiras pernas
De mulher
Sem saia;
Mas foi na praia!

A moda avança
A saia sobe mais
Mostra os joelhos
Infernais!

As fazendas
Com os anos
Se fazem mais leves
E surgem figurinhas
Em roupas transparentes
Pelas ruas:
Quase nuas.
E a mania do esporte
Trouxe o short.
O short amigo
Que trouxe consigo
O maiô de duas peças.
E logo, de audácia em audácia,
A natureza ganhando terreno
Sugeriu o biquíni,
O maiô de pequeno ficando mais pequeno
Não se sabendo mais
Até onde um corpo branco
Pode ficar moreno.

Deus,
A graça é imerecida,
Mas dai-me ainda
Uns aninhos de vida!


segunda-feira, 4 de junho de 2018

terça-feira, 24 de abril de 2018

Um Bolero Qualquer - Irineu de Palmira (Irineu de Palmira/Lula Barbosa/Doroti Massola/Alvaro Gomes)



Um Bolero Qualquer

Eu não sei porque o amor 
Quando chega pra mim 
Chega pra machucar 
Chega pra confundir 
Chega pra devolver

Chega pra desvendar 
Uma parte de mim 

Pode ser que o amor 
Poesia se faz 
Com estrelas do céu 
Um pedaço de luz 
Esse brilho sem fim 
Que eu não sei bem porque 
Se afasta de mim 

Quisera entender o amor 
Quantas vezes tentei 
Procurar por você 
E me perdi na ilusão de achar 
A outra parte de mim 

Quem me vê nesse bar 
Numa mesa tão só 
Não entende a razão 
Esse lugar comum 
Lembra aquela mulher 
Que um desejo arrastou 
Pra um bolero qualquer 

Vídeo: YouTube  

Dica da amiga Silvana Barbara

How Deep is Your Love - Bee Gees - legendado



Vídeo: YouTube

Just The Way You Are - Barry White - com legendas



Vídeo: YouTube

Fellings - Vigon Bamy Jay



Vídeo: You Tube

Elvis Presley - My Way



Vídeo : You Tube

My Way - Frank Sinatra - com leganda em português





Vídeo - YouTube

quinta-feira, 1 de março de 2018

Tenho rugas - autor desconhecido


Tenho rugas...
Olhei para o espelho e descobri que tinha muitas rugas, em volta dos olhos, na boca, na testa.
Eu tenho rugas porque eu tive amigos... e nós rimos, mas tanto, até às lágrimas.
Eu tenho rugas porque conheci o amor que me fez espremer os olhos de alegria.
Eu tenho rugas porque tive filhos e fiquei preocupada com eles desde a concepção, mas também porque sorri para todas as suas novas descobertas e porque passei muitas noites em claro....
Tenho rugas porque eu também chorei...
Chorei pelas pessoas que amei e que foram embora, por pouco tempo ou para sempre, sabendo ou sem saber o porquê.
Tenho rugas porque passei horas sem dormir para observar os projetos que correram bem... mas também para cuidar a febre das crianças, para ler um livro ou fazer amor.
Vi lugares lindos, novos, que me fizeram abrir a boca espantada e ver os lugares antigos, antigos, que me fizeram chorar.
Dentro de cada sulco no meu rosto e no meu corpo, se esconde a minha história... se escondem as emoções que vivi... a minha beleza mais íntima.
E se apagar isso, apago a mim mesma.
Cada ruga é uma anedota da minha vida, uma batida do meu coração, o álbum de fotos das minhas memórias mais importantes!!!




Autor desconhecido 
Publicado no FB PROJETO 60 ANOS.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Como comprar, conservar e consumir o queijo minas - Elmer Almeida



Sabia que o queijo minas artesanal deve ser guardado em local fresco, arejado, longe do Sol e não pode sofrer mudanças drásticas de temperatura? 
saiba mais

Puro ou em receitas, ele tem sido cada vez mais valorizado no cenário gastronômico e conquistado mais espaço na mesa dos consumidores. Mas você sabe quais são os cuidados necessários na hora de comprar o famoso "Queijo Minas Artesanal de Leite Cru" e como conservá-lo adequadamente para manter suas propriedades?



O especialista em queijo Elmer Almeida, da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG), explica que o esse tipo de queijo mineiro tem a massa prensada não cozida e a casca natural. "Mesmo que cada tipo tenha suas peculiaridades, adquiridas no processo de produção e de acordo com cada região de fabricação, algumas dicas comuns são fundamentais na hora de comprar, conservar e degustar a iguaria, preservando toda a sua riqueza sensorial", comenta o especialista.

O técnico da Emater-MG dás dicas para quem é apaixonado pelos premiados queijos mineiros:

Como comprar

Por ser um alimento feito com leite cru, você deve conhecer bem a origem e o ambiente de produção. Escolha queijos das regiões caracterizadas como produtoras tradicionais e que sejam, preferencialmente, produzidos nas propriedades cadastradas junto aos órgãos de vigilância sanitária. Prefira queijos com maturação acima de 10 dias e que estejam com acabamento e cor uniformes. Evite queijos artesanais com excesso de olhaduras (buracos) internos. O bom queijo tem sua massa bem compacta e lisa. "Por ser um alimento vivo, evite comprar queijos que estejam embalados em plástico por muito tempo, pois isso altera o sabor. Sempre que puder, procure saber a história do queijo que está adquirindo", afirma Elmer Almeida.



Como consumir

Ao comprar seu queijo artesanal, retire da embalagem imediatamente e lave em água corrente. Se possível, passe nele uma escova. Seque com papel toalha e o coloque sobre uma tábua de madeira para que ele "respire" e continue seu processo enzimático de amadurecimento. O ideal é que o queijo fique pelo menos uma hora na temperatura ambiente antes de ser consumido. "Ficando em temperatura ambiente, com o tempo, ele vai adquirindo uma cor dourada e acentuando o sabor", diz o especialista. Para degustar, faça cortes finos, longitudinais, de casca a casca, de modo que a fatia tenha a representação do sabor total do queijo. "Queijos maturados acompanham bem uma cachaça, uma cerveja gelada ou um bom vinho tinto. Doces em compotas harmonizam bem com estes queijos maturados", sugere o técnico da Emater-MG.



Como conservar

A melhor maneira de conservar o queijo artesanal, segundo o especialista, é mantê-lo em local fresco, protegido da luz direta e que seja arejado. Evite local que tenha variação de temperatura. "Cuide para que a umidade não seja excessiva e nem muito baixa. Deste modo, evitará que apareçam mofos ou que o queijo resseque em demasia. O ideal é que se tenha uma tábua de madeira como suporte", afirma Elmer. A tampa deve ser telada de modo a favorecer a "respiração" do queijo e impedir o acesso de moscas ou outros insetos. Evite colocar seu queijo sobre pratos ou vidros. A cada dois dias o queijo deve ser virado para que a casca fique com a coloração homogênea. "Com o tempo, vai acontecendo a mudança de sabor e textura, mas, isto é natural e até desejável. Se quiser diminuir o processo de maturação, você pode levar o queijo artesanal para a geladeira, embalado em filme plástico ou mesmo em papel manteiga. Coloque-o no compartimento de legumes e verduras. Nunca congele queijo artesanal", esclarece. Ele Lembra que antes de consumir o produto que está frio, ele deve ser lavado e deixado num local fresco para voltar à temperatura ambiente.

(com Agência Sebrae)

Marinalva Soares/Emater-MG/Divulgação

FOTOS: RODRIGO DA LOJA DO ITAMAR - MERCADO CENTRAL DE BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS  - BRASIL.

DICA: QUER COMPRAR OS LEGÍTIMOS E MELHORES QUEIJOS MINAS, VÁ A LOJA DO ITAMAR NO MERCADO CENTRAL DE BH.

sábado, 30 de dezembro de 2017

O essencial - Mário de Andrade


 DESFOTOGRAFANDO - UNIVERSO ARTEIRO - ARTE DIGITAL 


“Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.
Sinto-me como aquele menino que recebeu uma bacia de cerejas.
As primeiras, ele chupou displicente, mas percebendo
que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflamados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram, cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis,
para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa.
Sem muitas cerejas na bacia, quero viver ao lado de gente humana, muito humana; que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge de sua mortalidade, quero caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.

O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!"
*Mário de Andrade*

2018 vem aí !!!


sexta-feira, 10 de novembro de 2017

quinta-feira, 9 de novembro de 2017