segunda-feira, 17 de junho de 2019

Fotos que vi na Intenet e gostei


JUIZ DE FORA - MINAS GERAIS - BRASIL
AV. RIO BRANCO

PARATY - RIO DE JANEIRO - BRASIL
ARISTÓTELES IBIAPINA - TÓTE

CURITIBA - PARANÁ - BRASIL
CATEDRAL DE CURITIBA NA NEBLINA DE OUTONO

CURITIBA - PARANÁ - BRASIL
TEATRO DE ARAME

CURITIBA - PARANÁ - BRASIL
NOITE NO CALÇADÃO

OURO PRETO - MINAS GERAIS - BRASIL

OURO PRETO - MINAS GERAIS - BRASIL

OURO PRETO - MINAS GERAIS - BRASIL

SERRO - MINAS GERAIS - BRASIL
QUEIJO MINAS

SÃO TOMÉ DAS LETRAS - MINAS GERAIS - BRASIL
MADRUGADA

BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS - BRASIL
LAGOA DA PAMPULHA

BRASÍLIA - DF - BRASIL
PRAÇA DOS 3 PODERES

segunda-feira, 10 de junho de 2019

Motel Paradise - Gisela Rao

Charge Roberto Mangosi
 BLOG MATÉRIA INCÓGNITA


- Oi, eu sou o Adão...
- Adão?
- É, Adão, o Peladão...
- Ah, sei, já ouvi falar...
Eu sou a Eva...
- Minha costela tá doendo...
- Heim?
- Nada não, deixa para lá...
- Bom: vamos começar, né?
- Claro...
O que que eu faço?
- Ele não te ensinou?
- Nem...
- Ah, sei lá...
Eu acho que você põe a mão nesses dois
montinhos bicudos aqui em cima...
- Assim?
- É... Mas pode largar a maçã, se quiser...
- Ah, é, desculpe... Tô um pouco nervoso... E agora?
- Não tenho certeza, mas acho que você gruda o lugar
com que você fala no meu e mete esse negócio
vermelho molão lá dentro...
- Achim?
- Credo! Que bafo de onça...
- Desculpe... Peraí que eu vou mastigar umas pétalas de flor...
Nham, nham, nham... Melhorou?
- Melhorou...
- E agora?
- Sei lá... Tem certeza que Ele
não te disse?
- Disse... Disse que era para
você fazer carinho nesse treco
pendurado aqui que ele cresce...
- Nem morta! Eu tenho nojo...
Além do mais, eu também tenho medo. Sei lá de que
tamanho fica esse bicho...
- Precisa ficar com medo, não... Aposto que é menor
que certas coisinhas que você já viu por aí...
- Tá insinuando o que, heim, moleque?!?
- Tô falando dessa cobra asquerosa que não larga do
teu pé...
- Vai catar coquinho, cabeça de melão...
- Escuta aqui, ô, Maria Costela... Vamos começar
logo o serviço porque eu não tô a fim de agüentar
piripaque de mina fresca.
- Maria Costela é esse buraquinho que você tem aí atrás...
- Vai, abre logo essas pernas...
- Vê lá como fala, heim, Zé Parreira...
- Peraí... Peraí... Ó, o bicho cresceu, viu?
- Olha só... quem diria... E ficou duro pacas...
Ai... E se doer?
- Não dói, não...
- Tá bom, então manda pau...
- Taí, gostei... Vamos chamar o treco pendurado de pau!
- Legal... E ela?
- O buracão?
O buracão a gente chama de caverna peluda...

- Muito romântico...
- Arghhh!!!!
- Que foi?
- Tá tudo melado aí dentro!!!
Não vou meter meu "pau" aí nem que a
vaca tussa...
- Saco!
Vou reclamar com Ele..
Aliás, sabe o que eu acho? Acho que você é um
tremendo gayzão!!!
- Gayzão? Que que é isso?
- É homem que gosta de homem...
- Cadê o outro homem, burra?
- É mesmo, fica difícil ser gay por aqui...
- Nossa! Olha aquilo!!!
- O que?

Clunca!

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!!! Cafajeste!
Doeu viu...
- Relaxa, benzinho...
O pior já passou...
Olha, faz assim: quando eu for para cá,
você vai para lá... Quando eu for pra lá, você vem pra cá...
Tá bom?
- Tá...
- Então, vamos! Um, dois e...

Balança, balança, balança...

- Ai, Adão... Assim tá gostoso...
- Yes! Yes! Yes!
Hei! Para que serve esse negocinho aí em cima do
cavernão peludo?
- Não sei, mexe para ver...

Clica! Clica! Clica!

- Ai, mexe mais...
Não para! Não para! Não para!!!!!!!!!
- Não vo...vo... vo... vou... pa.. pa... pa...rar...
- Aaa...
Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
- Ooo...
Ohhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh

Pausa

- Ai, meu Deus do Céu... O que foi isso?
- Não sei, mas para mim foi bom demais...
Foi bom para você?
- Se foi...
Senti uma coisa estranha...
- Como o que?
Como se estivesse... no PARAÍSO...
- Pode crê!

segunda-feira, 15 de abril de 2019

Poesia que liberta - Gabriel Moraes de Souza Maciel





Dia 6 de abril, Gabriel Maciel lançou na Livraria da Rua, na Savassi, em Belo Horizonte - Minas Gerais, seu primeiro livro de poesias - Poesia que liberta.

Com a presença de seus pais - Mardonio Moraes e Ana Paula Maciel, avós, tios e tias, madrinha, amigos das escolas onde Gabriel estudou e da sua turma da equipe de competição em natação do Clube Mackenzie Esporte Clube de BH.
E claro, eu e Walcira seus amigos e avós postiços.

Foi uma festa linda e muito bem organizada pela sua mãe e a Livraria da Rua, música ao vivo ao piano, champanhotas, sucos e deliciosos doces e salgados.

Recomendo o local para comprar e ou fazer lançamentos de seus livros.

O local é muito especial, tem uma delicatessen com uma carta de vinhos muito boa, café e salgados saborosos. O atendimento é excelente, pessoal e profissional.

A Livraria da Rua fica na Rua. Antônio de Albuquerque, 913 - Funcionários, Belo Horizonte - MG, 30112-011 - Fone: 31 - 3500 6750.

Aos 13 anos de idade Gabriel é um carinha especial. Nadador excelente, cheio de medalhas, em 2018 ganhou mais de 20 medalhas nas competições que disputou.

Leitor devorador de livros, tal qual o seu avô materno - Seu  José André ou Seu Maciel   . Tem na sua genética arte de sua avó Teresa, que ilustrou o livro,  e de seu tio que são artistas plásticos.

Garoto que sabe o que deseja, centrado, educadíssimo, alegre, transita entre adultos e jovens de sua idade com conversas interessantes e que prendem a atenção.

Estou sempre aprendendo alguma nova informação sobre assuntos variados com ele. Menino porreta esse Gabriel.

Seus pais, nossos queridos amigos, felizes, babões e orgulhosos com o filho que estão formando a ser um HOMEM de caráter, com responsabilidades, ético, respeitador, honesto, carinhoso, amigo e um sonhador realizado.

SEM TÍTULO

Andamos por aí
sem lugar ou direção
apertando a mão de quem nos der
um aperto de mão

Ando por aí
sem lugar ou direção
aprendendo a sorrir
me guiando pela diversão

Andaram por aí
sem fazer muita questão
de aprender a sorrir
e acabaram na escuridão

Ande por aí
sem lugar ou direção
e assim persistir
com muita imaginação


GABRIEL - MARDONIO (PAI) - PAULA (MÃE)


                                                                                         
                                            GABRIEL - WALCIRA E UNIVERSO                                 


FAÇA VOCÊ

Não podemos caminhar
Além do que podemos ver,
mas podemos sonhar
com o mundo que queremos ter.

Com o mundo a girar
Não temos tempo a perder
Temos que começar
AGORA o que queremos fazer.

O futuro ninguém sabe
Ninguém pode prever
Mas o que está lá
Só depende de você


Que venham novas poesias e outros livros Gabriel.

Quem desejar adquirir o livro do Gabriel: Contato com a Paula :


(31) 3462-3551


IVANA Gráfica e Editora


Rua Antônia Felícia dos Reis, 195 - Bairro Caiçaras - Belo Horizonte, MG - CEP: 30.750-220

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gerald Wilson - Mais de 7 décadas de jazz

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GERALD   Stanley WILSON

O músico de jazz Gerald Wilson, nasceu em 4 de setembro de 1918 e morreu em 8 de setembro de 2014 em Los Angeles, aos 96 anos.
Sua carreira durou mais de sete décadas. Foi trompetista, compositor, arranjador, educador e líder de banda.
Tinha por hábito dançar a frente de sua banda, assim mostrava em que trechos o público deveria estar atento para entender suas música e arranjos.
Fez arranjos e tocou com principais nomes da música americana: Ray Charles, Sarah Vaughan, Dizzie Gillespie. Ella Fitzgerald, Nancy Wilson, Dinah Washington, Billie Holiday, Duke Ellington Lionel Hampton, Boby Darin, Count Basie e outros.
Iniciou como trompetista na banda de Jymmy Lunceford, em 1930 e em 1944 formou a sua própria banda.
Recebeu várias (6) indicações ao Grammy. Foi professor de jazz nas  Universidades da California, California State University e na University of California.
Comprou seu primeiro trompete aos 11 anos de idade. De 1939 a 1945 serviu na marinha americana durante a Segunda Grande Guerra.


Pesquisas: Internet - Wikipédia - YouTube

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Reflections of My Life - Dean Ford




Dean Ford - recent.jpg

Foto: By Unknown - Official Facebook page, CC BY-SA 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=58224905

Dean Ford (nascido Thomas McAleese ; 5 de setembro de 1946 - 31 de dezembro de 2018) foi um cantor e compositor escocês mais conhecido por seu trabalho como vocalista e líder do grupo pop beat Marmalade de 1966 a 1974.
Dean nasceu em Coatbridge, North Lanarkshire. Morreu aos 72 anos de idade.



Reflections of My Life
Marmalade
The changing of sunlight to moonlight
Reflections of my life
Oh, how they fill my eyes
The greetings of people in trouble
Reflections of my life
Oh, how they fill my eyes
Oh, my sorrows
Sad tomorrows
Take me back to my own home
Oh, my crying (Oh, my crying)
Feel I'm dying, dying
Take me back to my own home
I'm changing, arranging
I'm changing
I'm changing everything
Everything around me
The world is
A bad place
A bad place
A terrible place to live
Oh, but…


Reflexões da Minha Vida

A mudança da luz do sol para a luz do luar

São reflexões da minha vida e como enchem meus olhos
A agitação das pessoas em apuros
São reflexões da minha vida e como enchem minha mente
Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levem-me de volta ao meu próprio lar
Todos os meus choros (todos os meus choros), sinto que estou morrendo,morrendo
Levem-me de volta à minha própria casa
Estou mudando, arranjando, estou mudando
Estou mudando tudo,
Tudo à minha volta
O mundo é lugar ruim, um lugar mau
Um lugar terrível para viver
Mas eu não quero morrer
Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levem-me de volta ao meu próprio lar
Todos os meus choros (todos os meus choros), sinto que estou morrendo,morrendo
Levem-me de volta à minha própria casa (oh estou indo pra casa)
Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levem-me de volta ao meu próprio lar
Todos os meus choros (todos os meus choros), sinto que estou morrendo,morrendo
Levem-me de volta à minha própria casa



Reflexões da minha vida

A mudança do sol para o luar
Reflexões da minha vida, oh, como elas enchem meus olhos
As saudações de pessoas com problemas
Reflexões da minha vida, oh, como elas enchem minha mente

Todas as minhas tristezas, tristes amanhãs
Levam-me de volta para minha casa
Todos os meus choros (Todos os meus choros),
Sinto que estou morrendo, morrendo
Levam-me de volta para minha casa (oh, eu vou para casa)

Eu estou mudando, arranjando, Eu estou mudando
Eu estou mudando,ah, tudo a minha volta

O mundo é um lugar mau, um lugar mau
Um terrível lugar para se viver,oh, mas eu não quero morrer

Dica do amigo Ciro Lisita de Goiânia  - Pesquisa Internet e Wikipédia - Vídeo YouTube

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

The Glass Fortress - A Fortaleza de Vidro - Nós (Yevgeny Ivanovich Zamyatin

zamyatin
Yevgeny Ivanovich Zamyatin
  
Escritor russo nascido em 1/1/1884, Lebedian, Rússia e morreu pobre, em Paris, França,  em 10/3/1937, aos 53 anos de idade.





Curta metragem de 2016, uma livre adaptação sobre a obra NÓS do escritor russo Yevgeny Ivanovich Zamyatin.

Nós é um romance distópico: Distopia ou antiutopia é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a antítese da utopia ou promove a vivência em uma "utopia negativa"[1]. As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade. Nelas, "caem as cortinas", e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. A tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, seja de instituições ou mesmo de corporações (WIKIPÉDIA).

Seu livro Nós influenciou os escritores Aldous Huxley (Admirável Mundo Novo), George Orwell(1984 e Ayn Rand (Aythem).

O livro foi escrito entre 1920 e 1921 e teve sua primeira publicação nos Estados Unidos em 1924, pois estava proibido na Rússia de Lenin.

Pesquisas: WIKIPÉDIA, YOUTUBE, INTERNET


sexta-feira, 17 de agosto de 2018

A gente se acostuma - Marina Colasanti por Antonio Abujamra





"Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão. A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia. A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração. A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto. A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra. A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos. A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta. A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma."

MARINA COLASANTI

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Pinguela a maldição do vice - Aylê - Salassié Filgueiras Quintão


Ontem , tive a grata surpresa, mais uma, proporcionada pelo AYLÊ - SALASSIÉ, JORNALISTA, PROFESSOR, DOUTOR EM HISTÓRIA CULTURAL, EX-ALUNO DO COLÉGIO EVANGÉLICO DE ALTO JEQUITIBÁ (onde estudamos), mineiro de Pirauba e ESPECIAL AMIGO, com a chegada pelos Correios de seu novo parto, conforme citado em sua dedicatória no seu novo livro: PINGUELA  a maldição do vice (Editora Otimismo - Brasília), que vou ler com muita atenção e carinho.

Ao abrir o livro me deparo com uma deferência especial, tendo meu nome sido citado em seus agradecimentos, juntamente com outros colegas e amigos.

Só pode ser ter sido pela maneira como sempre me distinguiu, enviando-me seus textos e livros de extrema qualidade, os quais sempre compartilho e cito em minhas comunicações com meus contatos e amigos, principalmente, esse o real motivo, creio eu, pela sua postura em relação a seus amigos, dentre os quais eu tenho prazer e privilégio de me incluir e de poder usufruir de sua capacidade intelectual, historiador e humanista de primeira linha. 

Muito obrigado, mais uma vez, por essa especial atenção. Vida longa e muitos partos mais.

Recomendo o livro, quem gosta de ler sobre a história e estórias do Brasil, terá nele uma abordagem sobre os vice presidentes e os períodos de suas participações no embroglio político em momentos distintos entre nova república, ditadura, governos civis e militares, democracia, liberdades e repressões.

Aquisição pela Editora Otimismo - (061) 3386- 459 ou nas melhores casas do ramo em Brasília.
 


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Poeminha de louvor ao "strip-tease" secular - Millôr Fernandes

Beach Fashions - Nina Leen 1950 (INTERNET)




Eu sou do tempo em que a mulher
Mostrar o tornozelo
Era um apelo!
Depois, já rapazinho, vi as primeiras pernas
De mulher
Sem saia;
Mas foi na praia!

A moda avança
A saia sobe mais
Mostra os joelhos
Infernais!

As fazendas
Com os anos
Se fazem mais leves
E surgem figurinhas
Em roupas transparentes
Pelas ruas:
Quase nuas.
E a mania do esporte
Trouxe o short.
O short amigo
Que trouxe consigo
O maiô de duas peças.
E logo, de audácia em audácia,
A natureza ganhando terreno
Sugeriu o biquíni,
O maiô de pequeno ficando mais pequeno
Não se sabendo mais
Até onde um corpo branco
Pode ficar moreno.

Deus,
A graça é imerecida,
Mas dai-me ainda
Uns aninhos de vida!


segunda-feira, 4 de junho de 2018

terça-feira, 24 de abril de 2018

Um Bolero Qualquer - Irineu de Palmira (Irineu de Palmira/Lula Barbosa/Doroti Massola/Alvaro Gomes)



Um Bolero Qualquer

Eu não sei porque o amor 
Quando chega pra mim 
Chega pra machucar 
Chega pra confundir 
Chega pra devolver

Chega pra desvendar 
Uma parte de mim 

Pode ser que o amor 
Poesia se faz 
Com estrelas do céu 
Um pedaço de luz 
Esse brilho sem fim 
Que eu não sei bem porque 
Se afasta de mim 

Quisera entender o amor 
Quantas vezes tentei 
Procurar por você 
E me perdi na ilusão de achar 
A outra parte de mim 

Quem me vê nesse bar 
Numa mesa tão só 
Não entende a razão 
Esse lugar comum 
Lembra aquela mulher 
Que um desejo arrastou 
Pra um bolero qualquer 

Vídeo: YouTube  

Dica da amiga Silvana Barbara