terça-feira, 13 de maio de 2014

Tênis em domicílio - Continuo a não entender o ser humano

Sempre, que vejo faixas dependuradas em postes, pelas ruas de minha cidade, onde existe uma lei que proíbe o uso de faixas para vender serviços ou produtos, tenho vontade de telefonar e desenvolver diálogos como o que segue abaixo.

Foto: INTERNET

Estou a procura de um esporte para praticar , sendo assim, telefonei para mais uma indicação que li numa faixa dependurada em Belzonte.

Dessa vez foi aula de tênis em domicílio.

Ligo e esclareço a coisas de praxe, aula individual, grupo, criança, adulto, preço e condições, quantas aulas por semana, enfim fui fundo nas pesquisas e perguntas.

Como detalhes finais, perguntei se teriam raquetes e bolas para emprestar, rede, se precisaria de tênis especiais, pois achava o máximo como os jogadores deslizavam para pegar as bolas nas pontas das quadras. Se podia ser qualquer uniforme ou se tinha que ser de grife.

Tudo explicado e resolvido, trariam tudo que fosse necessário, raquetes, rede, bolas e que bastava eu ter um par de tênis e qualquer calção e camiseta de malha.

Insisti em querer saber, se o fato de eu ter jogado ping pong quando criança e tênis de mesa na adolescência, se isso me daria alguma ajuda.

O cara que me atendeu, já começou a se mostrar irritado, mas me respondeu. Claro que não. Uma coisa é diferente da outra.

Perguntei: Como assim?

Resposta : Tênis é uma coisa e o resto é o resto.

Bem, fiz uma última pergunta, e depois de explicar que no meu prédio não tinha quadra.

Informei que meu apartamento tinha uma área exclusiva, e que media 3 x 3 m, e se ele poderia trazer uma rede pequena e um rolo de piso gramado sintético. 

Resposta: !@@##%#%¨&*%()*_+^>

Sujeitinho nervoso e indelicado. Tratar um possível cliente dessa maneira.


Eu, hein? Vai entender o ser humano !!!