quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Carlos Drummond de Andrade - Poemas pornográficos

Foto: Internet

Pesquisando pela internet sobre o grande poeta mineiro, de Itabira, Carlos Drummond de Andrade, encontrei o texto abaixo e cinco poemas pornográficos ou eroticos, como queiram, conforme o ponto de vista de cada um, e os reproduzi na integra.

Em todo o mundo, vários poetas, escritores, pintores, escultores, cineastas, compositores, fotógrafos, escreveram poemas, textos, romances, novelas, contos, pintaram, esculpiram, fizeram filmes, compuseram musicas e fotografaram, abordando o sexo e a sexualidade ou a pornografia, com mais ou menos detalhes, mais ou menos ardor.

Portanto, não me venham com chorumelas.

XXXXXX
Das infinitas faces que um poeta pode ter, Carlos Drummond de Andrade, de muito bom grado, dispôs-se a mostrar-nos ao menos sete. Sacramentadas. Esses lados, essas faces, não são simples traços de estilo, certamente nem convicções quanto às formas, são algo além disso: o homem Drummond, o corpo além do poeta e, como todos os demais corpos, susceptível às passagens, mudanças e afetos do tempo. Sua passagem nos recoloca, nos re-escreve e, no poeta mineiro, haveria de fazê-lo admitir uma derrota diante de suas consumições eróticas. Nos conflitos entre as dores, a morte e a vida, o sexo aparece como peça atraente, extrapolação da vida em direção ao fim sem que necessite ser, de fato, o fim. É dessa forma que melhor se compreende a conversão do comedido mineiro em militante póstumo da sacanagem.
"O Amor Natural" não nasceu de um desvario momentâneo. O livro de poemas pornográficos, lançado em 1992, choque entre as mocinhas e senhores desavisado, expôs contornos radicais do poeta, mas o assunto costumava aparecer em um ou outro poema, insinuadamente, fosse no embalo da união amorosa, fosse nos tons de poesia-piada, usuais no Modernismo (Era manhã de Setembro/ e/ ela me beijava o membro). Mas nesse um desfile pelas páginas, uma galeria recheada de vulvas, línguas, falos, lambidas, pêlos.... O que mais houvesse para haver na cama entre homens e mulheres, está . Mas como? Aquele velhinho...?
Mario de Andrade costumava dizer que a culpa era toda da timidez. Faz todo sentido. Mas é igualmente coerente acreditar que as mudanças de comportamento que viu observar - naqueles anos de 1950, os comerciais expunham muito mais pedaços de pele que na época dos bondes, nos anos 20, quando um tornozelo de fora era o auge do erotismo público - somadas ao avanço da idade, tenham feito nosso poeta alargar as brechas para o erotismo que cultivava desde sempre. Mas, apesar disso, fato é que Drummond preferiu-se, num pedido compreendido e atendido, morto à época da publicação do livro. Morto quando admitisse que a pornografia venceu. Melhor assim que deixar-se entrever à frente de todos seus acessos delirantes por contornos passantes em bondes, camas ou moitas, de coxas, pernas e peitos femininos, sempre femininos. Sobre dores do ser, sobre a política e sobre as palavras, estaria a glória de um convulsivo orgasmo.
É assim que no livro, escrito em meado dos anos setenta, Drummond rende-se a produção de poemas que vão do erótico ao pornográfico, passando pelo completo despudor; versos milvalentes onde ato sexual não eleva nem rebaixa, mas sim, aceita exultante a condição simples, o exposto cru, bastante cru, de ser humano. Animal sem meias palavras: ato, suor, lugar, sémen, gemido, mamilos, modo. Uma pequena amostra dessas poéticas paixões carnais estão aqui nesta pequena seleção de cinco poemas de puro gozo retirados d´O Amor Natural.

Sugar e ser sugado pelo amor

Sugar e ser sugado pelo amor
no mesmo instante boca milvalente
o corpo dois em um o gozo pleno
Que não pertence a mim nem te pertence
um gozo de fusão difusa transfusão
o lamber o chupar o ser chupado
no mesmo espasmo
é tudo boca boca boca boca
sessenta e nove vezes boquilíngua.

A língua lambe

A língua lambe as pétalas vermelhas
da rosa pluriaberta; a língua lavra
certo oculto botão, e vai tecendo
lépidas variações de leves ritmos.
E lambe, lambilonga, lambilenta,
a licorina gruta cabeluda,
e, quanto mais lambente, mais ativa,
atinge o céu do céu, entre gemidos,
entre gritos, balidos e rugidos
de leões na floresta, enfurecidos.

A castidade com que abria as coxas

A castidade com que abria as coxas
e reluzia a sua flora brava.
Na mansuetude das ovelhas mochas,
e tão estreita, como se alargava.
Ah, coito, coito, morte de tão vida,
sepultura na grama, sem dizeres.
Em minha ardente substância esvaída,
eu não era ninguém e era mil seres
em mim ressuscitados. Era Adão,
primeiro gesto nu ante a primeira
negritude de corpo feminino.
Roupa e tempo jaziam pelo chão.
E nem restava mais o mundo, à beira
dessa moita orvalhada, nem destino.

Mimosa boca errante

Mimosa boca errante
à superfície até achar o ponto
em que te apraz colher o fruto em fogo
que não será comido mas fruído
até se lhe esgotar o sumo cálido
e ele deixar-te, ou o deixares, flácido,
mas rorejando a baba de delícias
que fruto e boca se permitem, dádiva.
Boca mimosa e sábia,
impaciente de sugar e clausurar
inteiro, em ti, o talo rígido
mas varado de gozo ao confinar-se
no limitado espaço que ofereces
a seu volume e jato apaixonados
como podes tornar-te, assim aberta,
recurvo céu infindo e sepultura?
Mimosa boca e santa,
que devagar vais desfolhando a líquida
espuma do prazer em rito mudo,
lenta-lambente-lambilusamente
ligada à forma ereta qual se fossem
a boca o próprio fruto, e o fruto a boca,
oh chega, chega, chega de beber-me,
de matar-me, e, na morte, de viver-me.
sei a eternidade: é puro orgasmo.

Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça
Sem que eu pedisse, fizeste-me a graça
de magnificar meu membro.
Sem que eu esperasse, ficaste de joelhos
em posição devota.
O que passou não é passado morto.
Para sempre e um dia
o pênis recolhe a piedade osculante de tua boca.
Hoje não estás nem sei onde estarás,
na total impossibilidade de gesto ou comunicação.
Não te vejo não te escuto não te aperto
mas tua boca está presente, adorando.
Adorando.
Nunca pensei ter entre as coxas um deus.

Mais em: http://obviousmag.org/archives/2008/04/o_amor_natural.html#ixzz0zEFLII7r

“Se Eu Fosse Um Padre” - Mário Quintana

Foto: Para o Céu ou o Inferno - Internet

Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,

não falaria em Deus nem no Pecado

- muito menos no Anjo Rebelado

e os encantos das suas seduções,

não citaria santos e profetas:

nada das suas celestiais promessas

ou das suas terríveis maldições…

Se eu fosse um padre eu citaria os poetas,

Rezaria seus versos, os mais belos,

desses que desde a infância me embalaram

e quem me dera que alguns fossem meus!

Porque a poesia purifica a alma

… a um belo poema – ainda que de Deus se aparte -

um belo poema sempre leva a Deus!
A pedidos da Márcia Cristina Lio Magalhães

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Tivesse Eu... Márcia Cristina Lio Magalhães

Foto: Internet - Desconheço o autor

Tivesse eu poderes santos!
A divagar seu nome nas paredes mortas
Das cinzas do silêncio
Do fogo da ausência...

Tivesse eu poderes mágicos!
De asas de alegria que pousam nos sonhos
De páginas em branco nos labirintos de tinta...

Tivesse eu poderes natos!
Nasceria no jardim aos pés de girassóis
Para celebrar ao sol, primaveras eternas...

Tivesse eu poderes ímpios!
Mataria a morte em goles suicidas
Tombaria a espada em nome da boemia
Beberia o verso, pra acordar poeta...

DA "BRIMA" (Márcia Cristina Lio Magalhães) - Blog Poetar é Preciso

RECOMENDO: Compre o livro Poetar é Preciso direto com a Autora:
mktpoetarepreciso@yahoo.com.br

José Saramago

Foto: UNIVERSO - CHILE

Sobre as virtudes da esperança tem-se escrito muito e parolado muito mais. Tal como sucedeu e continuará a suceder com as utopias, a esperança foi sempre, ao longo dos tempos, uma espécie de paraíso sonhado dos cépticos. E não só dos cépticos. Crentes fervorosos, dos de missa e comunhão, desses que estão convencidos que levam por cima das suas cabeças a mão compassiva de Deus a defendê-los da chuva e do calor, não se esquecem de lhe rogar que cumpra nesta vida ao menos uma pequena parte das bem-aventuranças que prometeu para a outra. Por isso, quem não está satisfeito com o que lhe coube na desigual distribuição dos bens do planeta, sobretudo os materiais, agarra-se à esperança de que o diabo nem sempre estará atrás da porta e de que a riqueza lhe entrará um dia, antes cedo que tarde, pela janela dentro.

Quem tudo perdeu, mas teve a sorte de conservar ao menos a triste vida, considera que lhe assiste o humaníssimo direito de esperar que o dia de amanhã não seja tão desgraçado como o está sendo o dia de hoje. Supondo, claro, que haja justiça neste mundo. Ora, se nestes lugares e nestes tempos existisse algo que merecesse semelhante nome, não a miragem do costume com que se iludem os olhos e a mente, mas uma realidade que se pudesse tocar com as mãos, é evidente que não precisaríamos de andar todos os dias com a esperança ao colo, a embalá-la, ou embalados nós ao colo dela. A simples justiça (não a dos tribunais, mas a daquele fundamental respeito que deveria presidir às relações entre humanos) se encarregaria de pôr todas as coisas nos seus justos lugares.

Dantes, ao pobre de pedir a quem se tinha acabado de negar a esmola, acrescentava-se hipocritamente que “tivesse paciência”. Pense que, na prática, aconselhar alguém a que tenha esperança não é muito diferente de aconselhá-la a ter paciência. É muito comum ouvir-se dizer da boca de políticos recém-instalados que a impaciência é contra-revolucionária. Talvez seja, talvez, mas eu inclino-me a pensar que, pelo contrário, muitas revoluções se perderam por demasiada paciência. Obviamente, nada tenho de pessoal contra a esperança, mas prefiro a impaciência. Já é tempo de que ela se note no mundo para que alguma coisa aprendam aqueles que preferem que nos alimentemos de esperanças. Ou de utopias.»

[José Saramago, O Caderno; Caminho, Lisboa, Março 2009]
Dica da amiga curitibana LUCIANE

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Fernando Pessoa

Foto: Internet - Pakpao

Há sem dúvida quem ame o infinito,
Há sem dúvida quem deseje o impossível,
Há sem dúvida quem não queira nada -
Três tipos de idealistas, e eu nenhum deles:
Porque eu amo infinitamente o finito,
Porque eu desejo impossivelmente
[o possível,
Porque quero tudo, ou um pouco mais,
[se puder ser,

Ou até se não puder ser...

Dica da Luciana de Curitiba

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Saber Viver - Cora Coralina (Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas)

Ana Lins dos Guimaraes Peixoto - Cora Coralina

Publicou o seu primeiro livro aos 76 anos de idade
Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar
Poesia e fotos: Internet

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Corpo expressa emoções e mostra quando não está bem - Adriana Splendore

Foto: Luciane C. e Silva (Curitiba) - Deserto de Atacama - Chile

Corpo expressa emoções e mostra quando não está bem
O desequilíbrio corporal tem causas que devem ser verificadas em vez de ignoradas
Nosso corpo se expressa atraves do riso, das dores, da palidez, contraturas, tremores, suores, lágrimas, desarranjo intestinal, dentre outros. O organismo manifesta imediatamente todas as emoções, até mesmo aquelas que queremos esconder de nós mesmos.

Quando o corpo reclama, temos consciência que não estamos em ordem, ou seja, temos consciência de que não há harmonia interna. A doença é o resultado desse desequilíbrio onde o corpo e a mente perdem a unidade. E assim, nos tornamos propensos ao resfriado, à diarréia, à crise de herpes e à dor de cabeça.

A Organização Mundial de Saúde definiu Saúde como um estado perfeito entre o bem-estar físico, psíquico e social, e não apenas uma ausência de doença.

A pessoa pode não ter uma doença, mas estar sempre irritada, mal humorada, se isolando dos outros e, agindo assim, está longe de ter um comportamento considerado saudável.

Observar os sintomas e o que eles querem dizer, trazer à tona os conflitos que não queremos ver, prestarmos atenção no pensamento e nas emoções que estão surgindo é uma lição que devemos aprender o mais rápido possível.

A doença deve ser encarada como um caminho para o autoconhecimento, que nos leva às transformações e à retomada da unidade entre corpo e mente.

O modo como vivemos é determinado pelas nossas escolhas. Nós escolhemos o que pensar, nossa alimentação, nossas ações, as palavras. Denominamos isso: atitude.

Desequilibramos nosso corpo com nossas atitudes, por exemplo, sobrecarregamos nossa vesícula biliar com nossos pensamentos raivosos e obsessivos, que ficam se repetindo na mente e como consequência, sentimos náuseas, calor excessivo, palpitações, a boca fica amarga, contraímos todos os músculos. Tudo isso só com o poder do pensamento.

Todos nós já experimentamos pensamentos eróticos ou de medo e, imediatamente, somos envolvidos por reações fisiológicas. O corpo reage rapidamente produzindo hormônios, palpitações, tremores. Portanto, não é surpresa alguma entender que todos os pensamentos e emoções provocam reações diversas no organismo, e cada palavra que ouvimos afeta profundamente o funcionamento do corpo.
Chega de reclamar! Vamos encarar a causa dos nossos problemas, entendermos que todas as emoções têm uma função importante, que não adianta querer ignorar.
Pessoa ansiosa tem uma tendência maior a desenvolver gastrite. A colite normalmente aparece em pessoas com comportamento compulsivo e obsessivo e a insônia se apresenta para aqueles que são preocupados demais, que querem controlar o futuro.

A mente influencia diretamente no nosso sistema imunológico, na produção das enzimas, anticorpos, hormônios e neurotransmissores. Toda essa química determina nosso bem-estar. Pressões psicológicas podem agir em algo muito simples como um resfriado ou influenciar as doenças crônicas.

Muitas vezes, usamos mecanismos de defesas psíquicos e escolhemos não querer ver, sentir e acabamos reprimindo emoções, não queremos entender, fugimos daquilo que está se manifestando na nossa vida, fazemos de conta que está tudo bem.

Olhar para dentro de nós mesmos pode gerar muito desconforto, pois é mais fácil negar, racionalizar e fugir dos problemas, do que tomar atitudes que promovam uma mudança.

Vou citar Viktor Frankl - um dos fundadores do movimento humanista, quando diz que: "A última das liberdades humanas é escolher que atitude tomar em quaisquer circunstâncias, escolher o seu próprio caminho".

Se fugirmos dos nossos problemas estamos apenas mascarando uma situação que inevitavelmente se apresentará em outra oportunidade. Vocês conhecem aquela frase: "Não adianta adiar o que é inevitável?". Por isso, vamos começar encarando a situação, conscientizando o que você está sentindo. É sempre importante perguntar: "- Como eu estou passando por tudo isso?". Nesse momento, você consegue se organizar internamente e buscar os recursos necessários para superar a situação.
Saiba Mais
Infelizmente, não é isso que a maioria das pessoas fazem, normalmente, a pergunta que se fazem é: "- Por que eu estou passando por isso?". E, imediatamente, são invadidas por pensamentos obsessivos de culpa, cobranças, inseguranças e por aí vai, se fazendo de vítimas.

É muito mais fácil culpar os outros: a infância, o governo, a situação mundial... É mais prático culpar o externo pelos problemas que estamos tendo, pelas nossas fraquezas e desistir de lutar.

Chega de reclamar! Vamos encarar a causa dos nossos problemas, entendermos que todas as emoções têm uma função importante, que não adianta querer ignorar. As emoções nos dão sinais sobre como devemos atuar na vida.

Faz parte do nosso crescimento pessoal e da nossa evolução aprender a transformar emoções desequilibradas em sentimentos mais tranquilos, a mudança começa na sua forma de se comunicar e agir.

Pesquisas recentes mostram que o riso tem um efeito importantíssimo na recuperação de qualquer doença, o riso produz endorfina, hormônio que estimula o sistema imunológico. Uma pessoa bem humorada aprende com mais facilidade e expressa melhor sua criatividade.

Vamos lembrar do excelente filme do Robin Williams - "Patch Adams: O amor é contagioso", onde é contada a história real da metodologia da Terapia do Riso nos hospitais. Aqui no Brasil, temos os Doutores da Alegria, uma ONG que também faz esse trabalho de visitar doentes, muitas vezes, em estado terminal.

Controlar excessivamente as emoções e sentimentos faz com que aumentemos nossa ansiedade, tensão, angústia, e pessimismo. Isso interfere no fluxo natural da energia do corpo e no funcionamento dos órgãos, gerando doenças psicossomáticas como: dores no estômago, problemas respiratórios, problemas na pele, dores no corpo, insônias e muitas outras.

A maneira como sua vida está hoje é resultado direto das suas ações e pensamentos, não é necessário uma mudança radical na sua forma de ser, apenas o comprometimento consigo mesmo de lidar com o momento presente de uma forma mais tranquila, desenvolvendo o amor próprio e sua paciência.

Para concluir, cito o filósofo Aristóteles: "O que fazemos não muda a nossa vida. A verdadeira mudança vem do que fazemos repetidamente".

Paz e Luz!
Adriana Splendore é Teapeuta Ortomolelucar

Artigo enviado pela amiga internauta Luciane - Curitiba

sábado, 15 de janeiro de 2011

Jeffrey Scott Campbell - Personagens infantis para a 3ª idade !!!

Jeffrey Scott Campbell desenhista americano criou os desenhos abaixo de personagens Disney e de outros contos infantis.

Sininho e Capitão Gancho (Peter Pan)

A Rainha Má - Branca de Neve

Chapéuzinho Vermelho e o Lobo Mau

Cachinhos Dourados e os 3 Ursos

Branca de Neve recebendo a maçã envenenada

Alice no País das Maravilhas


A Sereiazinha

A Gata Borralheira


A Bela e a Fera

A Bela Adormecida

Pesquisa: Internet

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Silviane Bellato - Soprano

Silviane Belatto - Soprano

Iniciou seus estudos em São Paulo com Carlos Vial e na Escola Municipal de Música de São Paulo vindo a aperfeiçoar-se com Magda Olivero em Barcelona, Espanha; Fedora Barbiere em São Paulo; Renata Scotto “Renata Scotto Opera Accademy” em Ischia, Itália e com o maestro Marcello Mechetti em São Paulo. Em 2003 formou-se pelo Instituto Superior de Artes do Teatro Colon de Buenos Aires, Argentina onde foi aluna de Mirtha Garbarini e Reinaldo Censabella e recentemente com a mezzo soprano Graciela Araya (Berlin)



Das Rheingold - Teatro Colon - Buenos Aires

Theatro Municipal do Rio de Janeiro A Flauta Mágica:

...Silviane conseguiu a façanha de ser a segunda soprano brasileira a cantar no Teatro Colon de Buenos Aires (a primeira foi Bidù Sayão), onde cantou o principal feminino de Simon Boccanegra, de Verdi. Sua Pamina é impecável pela linha musical, beleza do timbre e segurança cênica..." - Maria Tereza Dal Moro - jornal A Tribuna

"...As Pamina, Silviane Belatto was the only soloist who seemed to care about interpretation and tone colouring..." Rodrigo Maffei Libonatti

Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Idomeneo:

"...Mas a Ilia muito delicada e refinadamente construída contrastou vivamente com a Elettra de Janette Dornellas..."

Crítica escrita por Sergio Segaline para a Revista Opera Internacional sobre concerto no Theatro São Pedro:

"...quanto a Silviane Bellato, se mostrou mais inteligente, com uma charmosa execução da aria de Medora..."

Soprano Silviane Belatto

Agregando talento artístico ao belíssimo timbre de sua voz de soprano, teve seu debut no Theatro Municipal de São Paulo cantando as missas Sol Maior de Franz Schubert e Lord Nelson de Haydn sob regência do Maestro Samuel Kerr. Logo em seguida se apresentou no Festival Internacional de Órgão do Mosteiro de São Bento com a Orquestra Sinfônica Municipal. Novamente no Theatro Municipal de São Paulo cantou Lauda per La Natività Del Signore de Ottorino Respighi sob regência de Mateus Araújo. Também cantou nas Vesperais Líricas as óperas Il Campanello, Die Zauberflöte, Die Lustige Witwe, Iolantha de Tchaykovski e Simon Boccanegra de Verdi. Foi vencedora do concurso Internacional de canto “Maria Callas”, São Paulo, no ano de 1999. Apresentou-se no Theatro São Pedro em São Paulo e na cidade de Americana sob regência Carlos Fiorini cantando a Krönungs Messe de Mozart e Concerto em Homenagem a Vincenzo Bellini. Cantou em Buenos Aires trechos da opera “Norma” de Bellini sob regência de Oscar Galvez.

Em abril de 2003 fez seu debut operístico no Teatro Colon de Buenos Aires, Argentina cantando o papel de Amélia do Simon Boccanegra de Verdi sob regência de Massimo Biscardi e direção de Constantino Yuri. Após sua estréia no Teatro Colon Silviane se apresentou no VII Festival de Opera de Manaus o papel de Nedda do I Pagliacci de Leoncavallo sob regência de Luiz Fernando Malheiro e direção de Caetano Vilela. Pelo Mozarteum Argentino cantou o papel de Micaela da Carmen de Bizet no Auditório Juan Vitoria, San Juan, Argentina, sob regência de Alexey Smirliev e também no Festival de Opera Aldo Baldim, Florianópolis sob regência de Jefferson Della Rocca.

Micaela - Carmen de Bizet

Em abril de 2004 estreou no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o papel de Pamina de A Flauta Mágica de Mozart sob regência de Silvio Barbato e direção de Moacir Goes. Em Julho e agosto de 2004 retornou ao Teatro Colon de Buenos Aires e cantou o papel de Woglinde do O Ouro do Reno de Wagner sob regência de Charles Dutoit e o papel de Ladislaus na estréia sul americana da ópera Ubu Rex de Penderecki sob regência de Jaceck Kaspszyk. Em 2005 se apresentou em diversos recitais em São Paulo e interior promovido pelo Sesc-Sp. Cantou em Canela-RS um concerto com Arias e duetos das Operas La Bohème e Otello sob regência do Maestro Manfredo Schmiedt. Retornou ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro onde “A Criação” de Haydn, com regência de André Cardoso. Em março e abril de 2006 retornou ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro onde cantou novamente “A criação” de Haydn e estréia na ópera Idomeneo de Mozart sob regência de Silvio Barbato e direção de André Heller. Em dezembro de 2006 cantou a “Nona Sinfonia” de Beethoven no Theatro da Paz, Belém, sob regência de Mateus Araújo. Em 2007 se apresentou na programação oficial da Osesp cantando “Chansons Madécasses” de Maurice Ravel, entre outros recitais no Estado de São Paulo.

Idomeneo de Mozart - Teatro Municipal do Rio de Janeiro

Em 2008 cantou o papel de Cio Cio San da Madama Butterfly no Centro Cultural Usiminas em Ipatinga, Festival de música Guiomar Novaes em São João da Boa Vista e no Theatro São Pedro sob direção de Isabel Nogueira Batista. Cantou o papel de Santuzza no Teatro Artur Rubinstein, e os papéis de Tosca e Mimi de La Bohème na série “Opera aos Montes” sob direção de João Malatian.

Recentemente cantou o papel de Ilara da opera Lo Schiavo de Carlos Gomes no XIV Festival de Opera de Manaus (2010), Teatro Amazonas, sob regência de Luiz Fernando Malheiro.

Repertório: Amelia (Simon Boccanegra), Leonora (Il Trovatore), Amelia (Un Ballo in Maschera), Leonora (La Forza del destino), Aida (Aida), Desdemona (Otello), Elvira (Ernani), Cio Cio San (Madama Butterfly), Mimi (La Boheme), Liù (Turandot), Manon Lescaut (Manon Lescaut), Norma (Norma), Ilara (Lo Schiavo), Salomé (Salomé), Nedda (I Pagliacci), Contessa (Le Nozze di Figaro)

Assista nos vídeos abaixo Silviane Belatto e sinta a beleza de suas interpretações e vibrante voz









Agenda das próximas apresentações:
Palacio de Bellas Artes
Recital Silviane Bellato y Ángel Rodríguez
Mexico,DF
February, 06
Festival Alfonso Ortiz Tirado - Alamos 2011
Noche de Gala "Brasil en mis Canciones"
Silviane Bellato e Ángel Rodríguez
Sonora, Mexico
January, 27
Pesquisa, fotos e vídeos: Internet - Site e Blogs da Silviane Belatto - YouTube
Conheça mais a Silviane Belatto visitando seu site oficial e seus blogs:

Show na cerimonia de encerramento da Feira Internacional de Shangai 2010 - China

Assista parte do espetacular show da cerimonia de encerramento da Feira Intrnacional de Shangai - 2010, na China.
Observe e explique onde as belas músicas (instrumentistas) estão sentadas.

Dica da Lucia Pellegrino - Artista plástica de Brasilia

Acesse o link: www.luciapellegrino.com.br - conheça a beleza da arte dessa artista multicolorida

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Lou Borghetti - Artista plástica - pintora e fotógrafa

Acrílica sobre papel
Lou Borghetti

Lou Borghetti tem um blog que recomendo que conheça e acompanhe. Pelo blog da Lou você aprende mais sobre arte e fotografia. Conhece a beleza e a força de sua arte em pinturas acrílicas sobre papel e telas, monotipias e gravuras sobre papel, fotografias.
Arte instigante, bom gosto e cultura.

Série Missões
Outras séries

Elizethe Lou Borghetti, artista plástica. Possui Atelier em Porto Alegre e Washington, DC. Estudou com Danúbio Gonçalves, Renina Katz, Katie Van Sherpenberg, Plínio Bernhardt, Fayga Ostrower, Marco Túlio Resende. Foi aluna e assistente de Iberê Camargo. Obras nos acervos do MARGS, Porto Alegre, RS; Fundação Frederico Garcia Lorca, Madrid, Espanha; YAZIGI, São Paulo, SP; coleção APLUB, Porto Alegre, RS; 2007 BACI, Washington, DC. Recebeu o Prêmio Iberê Camargo outorgado pela Câmara Municipal de Porto Alegre, RS, 2006. Indicada para o Prêmio Açoriano de Artes Plásticas, 2007. Email: lou@borghetti.com.br

Possíveis paisagens
Fotografia

Paisagens
postagens excelentes no blog da Lou sobre comparativos de obras de pintores em que ela nos mostra como pintores famosos bebiam na arte de outros pintores consagrados para estudos e criar seu próprio caminho, desenvolver sua percepção, criar sua arte e homenagear seus ídolos. As influências são muitas e fortes nas obras de Velázquez sobre Picasso, Millet sobre Van Gohg, Goya sobre Iberê Camargo.

Las Meninas - Diego Velázquez, 1565

Obra de Picasso - As Meninas - Baseada no quadro de Velázquez com o mesmo tema

A infanta e Aglaupi - Releitura a partir de Velázquez e Picasso

Pesquisas: Internet e blog da Lou Borghetti
Acesse aqui o blog da Lou - http://louborghetti.blogspot.com/

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Gugger Petter - Artista Dinamarquesa - Arte com papel reciclado

Veja que obras incríveis e belíssimas, todo o trabalho é feito reciclando papeis. Para conhecer mais sobre Gugger Petter e sua arte, acesse www.gruggerpetter.com
Clique sobre as imagens para vê-las ampliadas. Tente descobrir algumas pessoas famosas retradas em seus quadros.


Dica do amigo vascaíno, coitado, João Rodrigues diretamente da Tijuca no Rio de Janeiro
Pesquisa site da artista